Celebrações Penitenciais

Ao longo da Quaresma multiplicam-se as celebrações penitenciais, de todo o género: comunitárias com a acusação e absolvição individuais, preparadas ao longo de encontros e, no dia e hora determinados, cada penitente se aproxima do confessor… Não há Quaresma bem vivida, nem Páscoa, sem a celebração do sacramento da confissão ou reconciliação. Nem católico consciente que o não receba.

O pecado desumaniza, é experiência de desordem, de destruição da nossa dignidade, de solidão, de tristeza. Onde Deus não está não existe alegria. Embora humano e universal, para quem tem fé, ele não é o indicador da identidade humana.

As experiências do bem e do pecado encontram-se em nós, no nosso íntimo: ou somos bons ou pecadores. Por dom de Deus, porém, estamos chamados a ser, graças à obra salvadora de Cristo, filhos de Deus e irmãos de Jesus… e é no sacramento do perdão, depois de cairmos na situação de pecado, que isso se realiza.

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Diz a Sagrada Escritura: «Foi Deus Quem reconciliou o mundo consigo, em Cristo, não imputando aos homens os seus pecados, e pondo em nós a palavra de reconciliação…» (IICor. 5, 19)

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Se queres ter alegria,
Põe em prática a ciência
De viver em harmonia
Com a tua consciência.

Todo o cristão deve crer
Que o evangelho é força e luz,
Só pelo fato de ser
A palavra de Jesus.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – 25.03.2012

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