Grupo da Catequese Paroquial de Constantim apresentou Auto de Natal

No passado dia 21 de Dezembro, o Grupo da Catequese Paroquial de Constantim participou no espaço de animação do Almoço-convívio de Natal do Centro Social e Paroquial de Constantim, tendo apresentado um Auto de Natal.

Apresentamos aqui fotos desta iniciativa, tiradas pelo sr. Jaime Ledo e cedidas pelo Sr. Jaime Rodrigues, responsável pelo blogue: http://constantim.wordpress.com.

Aos dois o nosso muito obrigado!
 
Santo e feliz Natal para todos os que visitam o nosso blogue.

O estábulo 
O arauto anuncia  a decisão do imperador:
todos devem ir recensear-se
à cidade de origem da respectiva família.
 
Maria e José chegam a Belém, e procuram guarida.
 
Depois do Deus-Menino nascer,
Maria e José adoram-n'O em silêncio.
 
Catequistas e catequizandos cantam "Noite Feliz"
 
Os anjos descem à terra
para anunciar o nascimento do Salvador
 
Os pastores conversam entre si
e decidem o que levar ao Menino a à Sua Mãe.
 
Chegados a Belém, e depois de entregarem
os seus presentes,
os pastores adoram o Menino Jesus.
 
O grupo canta a deseja "A todos um bom Natal"!
 

Reconhecemo-nos pecadores


Desde o princípio da celebração a Igreja convida-nos a reconhecermo-nos pecadores, embora não se trate do sacramento da penitência e da reconciliação. Trata-se da Santa Missa.

Se na Santa Missa não são perdoados os pecados… porquê o sacramento da penitência ou confissão?

A Santa Missa não é o lugar da confissão dos pecados. Confessamos o amor de Deus, depois de termos escutado a Palavra que nos revela e que nos leva a tomar consciência da distância que nos separa daquele amor. De facto dizemos: “Confesso a Deus…” mas não nos esqueçamos de que se trata de uma preparação – como aliás se faz no início do sacramento da penitência – que nos permite reconhecermo-nos pecadores “porque pecamos”. O final desta oração situa bem o seu alcance e finalidade: “Peço à Virgem Maria, aos santos e aos santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus nosso Senhor”.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «Por meio de Cristo, Deus reconciliou-nos consigo e confiou-nos o ministério da reconciliação.» (II Cor. 5, 18)

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É na cristã penitência,
Sacramento do perdão,

Onde todo o bom cristão

Vai lavar a penitência.


É o encontro acolhedor
De pessoa com pessoa

Entre Jesus que perdoa,
E um contrito pecador.


In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 03.11.2013

Realização do 3º magusto interparoquial


Tal como previsto, realizou-se ontem, Sábado (16 de Novembro), o magusto interparoquial (Arroios - Constantim - Mateus) para as crianças e adolescentes, pais e catequistas, junto à Igreja Paroquial de Arroios e edifícios anexos.

Este tipo de iniciativa teve início em 2011, com o magusto realizado em Mateus, continuou em 2012, em Constantim. Para o próximo ano se verá qual ou quais as iniciativas que se vão realizar a fim de promover a interparoquialidade das três comunidades cujo pároco é o Rev.mo Senhor Pe. Ricardo Pinto.

Os jogos de animação foram preparados e dinamizados pelos elementos do Agrupamento nº708 do CNE (Corpo Nacional de Escutas) – Mateus, aos quais aderiram as crianças e adolescentes dos grupos da catequese das três paróquias, pais, catequistas e pároco.

Depois dos jogos, todos os presentes partilharam uma agradável merenda, onde não faltaram: as febras assadas, bolos diversos, caldo verde e castanhas assadas, acompanhadas de água, refrigerantes e vinho (exclusivamente para os adultos!).
Início dos jogos de animação do magusto interparoquial
 

Uma Igreja em mudanças


O que é a Igreja? Quem sabe? A primeira ideia que vem ao pensamento é a do edifício com campanário ou então o Papa e os bispos.

É uma organização, dizem muitos. E, é verdade, também é uma organização que existe unicamente para a missão que Cristo lhe confiou: «- Ide, ensinai, baptizai…». Uma organização com hábitos, tradições, que podem mudar ao mesmo tempo que mudam as exigências da missão: os primeiros cristãos, vindos do judaísmo, renunciaram à circuncisão, embora importante para eles, porque impedia a adesão dos pagãos à Igreja. Quantas discussões, sofrimentos…  isso provocou. A fidelidade ao mandamento missionário de Cristo foi, porém, mais forte.

Mudar é correr riscos. A Igreja não existe para defender tradições mas para levar a todos a Boa Nova do Evangelho que a faz viver. O Evangelho é a sua única norma. Correrá riscos se não atender às palavras de Jesus: «Porque tendes medo? Não acreditais?».

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Diz a Sagrada Escritura: «Todos nós, embora sejamos muitos, formamos um só Corpo com Cristo, e estamos unidos uns aos outros, como membros desse mesmo Corpo». (Rom. 12, 4-5)

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Quando se fala em Igreja,
Não se trata do edifício
Onde, em santo sacrifício,
O Povo reza e festeja.
 
É a Família infinita
Dos irmãos na Terra e nos Céus,
Em que o Pai é o próprio Deus
E a Mãe, a Virgem bendita.
 
In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 27.10.2013

Dia Mundial das Missões


Hoje, domingo das Missões [20 de Outubro de 2013], lembramos sobretudo o mundo que não conhece Jesus Cristo, onde a sua mensagem salvadora ainda não chegou e a Igreja – prolongamento de Cristo – ainda não está implantada. “O fim próprio desta actividade é o anúncio do Evangelho e a implantação da Igreja”.

Seria erro muito grave, porém, reduzir “Missões” a esta concepção. O Concílio Vaticano II o diz: «A Igreja é por sua natureza missionária, tem a sua origem na “missão” do Filho e Espírito Santo». «Cristo foi enviado ao mundo para salvar toda a humanidade». O anúncio do Evangelho é um dever que brota do próprio ser discípulo de Cristo, como lembra o Papa Francisco na sua mensagem para este dia. Todos somos chamados a tomar consciência da dimensão missionária que é inerente ao ser cristão, a deixarmo-nos interpelar pela mensagem, a testemunhá-la no dia-a-dia, e a levá-la também às “periferias” das nossas pessoas, comunidades e lugares.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «Foi-Me dado todo o poder no Céu e na Terra. Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado. E sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos». (Lc. 1, 48)

*****

Os cristãos que se recordem
Que Jesus não deu conselho:
O que ele deu foi a ordem
De ir pregar o Evangelho.
 
Se a vida não te consente
Ir trabalhar nas Missões,
Deves lá estar presente
Com dádivas e orações.

In Jornal “Avé Maria” ( Semanário) – Vila Real, 20.10.2013

Loas a Maria

O último livro de Mons. João Ribeiro Parente é Loas ao Padroado de Maria na Diocese de Vila Real. Desde a morte do senhor Padre Manuel Mendes, é ele o autor das duas quadras que o jornal publica semana a semana – o “melhor que o jornalzinho traz” – no dizer de muitos.

Lembram-se? Aqui há uns anos as quadras referiram-se às imagens de Nossa Senhora, padroeiras dos diversos lugares de culto ou neles existentes. No prefácio o autor escreve: “Este livrinho consta de 134 pequenas composições poéticas, muitas vezes feitas à pressa, porque a tipografia estava à espera, cada uma delas referente a uma imagem concreta, colorida e linda, que os leitores podem agradavelmente contemplar” pois são acompanhadas da respectiva fotografia.
O livro será enviado a quem o pedir. O preço é 15 euros. (a)

*****

Diz a Sagrada Escritura: «De hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações!» (Lc. 1, 48)

*****

É figura grande e bela
Com estrelas coroada

Que se ajustam bem com ela,

De níveo manto velada.


Com pé calca a serpente
De acordo com a Escritura:

A Palavra que não mente

Profetiza-A sempre pura.


Por isso foi preferida
Para ser a padroeira

Quer da Sé, porque escolhida,

Quer da Diocese inteira.

(a) - O livro pode ser solicitado para
Administração do Jornal "Avé Maria"
Seminário
Rua D. Pedro de Castro, 1
5000-669 VILA REAL


In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 13.10.2013

Mês do Rosário


O Rosário é a devoção mais antiga do povo cristão para com Nossa Senhora e que a Igreja sempre recomendou. O mês de Outubro é o Mês do Rosário.

Oração simples, ao alcance de todos, o Rosário é o conjunto de 150 Ave Marias, agrupadas em 10 – os mistérios, que se iniciam com a recitação do Pai Nosso e terminam com a Glória ao Pai. Mas, mais importante que a recitação destas orações sublimes, é a meditação dos momentos da vida de Jesus ou de Nossa Senhora indicados em cada mistério. Assim, é toda a vida de Jesus, as maravilhas que Deus fez na Mãe do Céu e a maneira como Ela viveu cada “mistério” que nós meditamos. O rosário ou o terço (a terça parte do rosário) tornam-se, assim, escola de aprendizagem da vida cristã.

Em Fátima Nossa Senhora recomendou-nos em todas as aparições: Rezem o terço todos os dias.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. E donde me é dado que venha ter comigo a mãe do meu Senhor?» (Lc. 1, 42-43)

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Era tão lindo o costume
Que tinha a gente da aldeia,
De rezar, depois da ceia,
Senta à volta do lume.


Devia-se pensar nisto:
Ao calor das meigas brasas,

Àquela hora nas casas,
Sentava-Se Jesus Cristo.

 
In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 06.10.2013

Amar ou ser amado


Cântico Cânticos - Bíblia
O Cântico dos Cânticos – livro da Bíblia – descreve o amor de Deus para com a humanidade em termos de amor entre o homem e mulher no casamento. Mas hoje o amor, mesmo o conjugal, está profanado por sentimentos e irrealismos trágicos.

O amor é Deus. Onde ele existe, está Deus e onde Deus está, há amor. Todas as vocações – ao matrimónio, vida sacerdotal, vida consagrada ou celibatária – são vocações ao amor. Mas quem está disto convencido?

Há anos, os alunos de determinado colégio católico, numa sondagem, à pergunta “Porque te queres casar?” responderam massivamente “Para ser amado/a”.

Esta resposta inquieta. Se os jovens procuram o casamento em primeiro lugar para serem amados… é grave. Segundo os entendidos, “querer receber sem dar é sinal de imaturidade efectiva”. Na verdadeira maturidade caminham a par.

O amor verdadeiro procura servir e não tanto ser servido e na sua linguagem não existe a palavra “eu” mas “nós”.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus”: (1 Jo 3, 10)

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Os jovens são futuro,
Que só será promissor
Quando a juventude for
Por um caminho seguro.
 
Quem partir à descoberta
De montanha nunca vista,
De subir nunca desista
E procure a senda certa.


In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 29.09.2013

Legenda da imagem: Cântico dos Cânticos (Il Cantico dei Cantici), ca. 1850-1901, Domenico Morelli (pintor italiano, 1826-1901), Galleria Nazionale d’Arte Moderna, Roma, Italy. Baseado no Cântico de Salomão 2:10-14 e 7:11-13.

Dignidade na política


No próximo dia 29, os portugueses são chamados às urnas para eleger os novos governos locais dos municípios e das juntas de freguesia. Ninguém vai permitir que outros escolham por nós. Como cidadãos responsáveis… votaremos.

O voto há-de ser fruto de uma escolha refletida em que olharemos à competência, honradez e sensatez dos candidatos, à sua atenção para com a vida e aos mais desfavorecidos, ao respeito pelos adversários, à esperança que procura viver e comunicar…

Os governados têm a sensação de que os governantes são incapazes de resolver os problemas e projetar o futuro. As vocações para este serviço e a militância diminuem… mas é um serviço fundamental e a sociedade que o desvaloriza corre perigo, dificilmente crescerá. É da atitude, da maneira de ser, da retidão dos políticos, que depende, em primeiro lugar, o reconhecimento da sua dignidade.

Votar é um dever cívico.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «Desviai-vos daqueles que não servem a Cristo Senhor nosso, mas ao seu ventre». (Rom. 16, 17-18)

*****

Afirmas, em tom mordaz,
Que as políticas são sujas;
Pois, se estás limpo, não fujas
E mostra como se faz.

Se és cristãos e tens prudência,
Este dever te recordo:
Vota sempre e só de acordo
Com a tua consciência.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 22.09.2013

A Fé


Alguns dizem que a perderam e outros que gostariam de a saborear. Muitos não lhes dão qualquer importância, é assunto que os não preocupa. Também há quem as combata, odeie e até procure destruí-la na vida das pessoas…

O que é a fé? O católico diria que é um dom gratuito de Deus, por amor, ao homem, Dom que nos é comunicado no baptismo, chamado a crescer, incarnar na vida até se tornar parte integrante do nosso ser, como a respiração.

Como é possível? Pela oração – o alimento que a fortalece, faz crescer, enraizar-se nos nossos corações. Por outro lado se nos conformamos com as suas exigências… então ela fornecer-nos-á as sandálias e o bastão de peregrino para nos encontrarmos com o Senhor. Não a podemos ocultar nem dissimular, torna-se visível nas atitudes e comportamentos. Não caminha só, faz-se acompanhar da esperança e do amor.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «A fé, sem o amor a Deus e ao próximo, de nada nos aproveita». (1 Cor. 13, 2)

*****

Se te falta aquele esteio
A que chamamos fé,
Segue o exemplo de Tomé
E grita: “Senhor, eu creio”.

Contempla o mundo em que habitas
E as coisas em teu redor:
Pára diante de uma flor
E verás que acreditas.

Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 15.09.2013

Um preside... mas todos celebramos

Um dos grandes méritos da reforma litúrgica operada pelo Concílio Vaticano II está na insistência de que todos participamos na Liturgia. Antes, era o celebrante que “dizia a Missa” e os fiéis “assistiam”, “seguindo a sua Missa”, rezando o terço, lendo um livro de piedade,… Hoje, a Missa é participada: clérigos e leigos… são igualmente actores da celebração embora com funções diferentes. Se um preside… todos somos celebrantes.


Para fomentar a participação activa, promovam-se as aclamações dos fiéis, as respostas, a salmodia, as antífonas, os cânticos, bem como as acções, gestos e atitudes corporais. Não deve deixar de observar-se, a seu tempo, um silêncio sagrado” – diz o Concílio no documento sobre a Liturgia, nº30).

Devido à ordenação, à consagração para “agir em nome de Cristo”, o padre preside, torna Cristo – Cabeça do Corpo que é a Igreja e de que os fiéis são membros – presente.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância(Jo. 10, 10)

*****

Se um ser humano tropeça
E cai no chão do caminho,
Ergue-se mesmo sozinho,
E a viagem recomeça.

Sendo assim, já concluíste
Que nesta terrena prova,
Que hora a hora se renova,
Só vence quem não desiste


In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 4 de Agosto de 2013

Consequências sociais do Evangelho


O Evangelho não apoia qualquer partido político mas te, sim, uma visão cristã dos problemas sociais e para ela chama a atenção dos crentes. Solidários de todos os homens e mulheres. Evocamos o debate político que se instaurou no nosso país a braços com a crise económica e, agora, assim parece, também política.

No passado, sacralizamos a política e… hoje, desvalorizamo-la. É agradável vivermos na abundância… mas que ela seja fruto do nosso trabalho. Sem isso… não há casa que resista. É evidente! A maneira de o conseguir… compete aos políticos.

No Concílio Vaticano II (G.S. 75) lemos: “A Igreja louva e aprecia o trabalho de quantos se dedicam ao bem da nação e tomam sobre si o peso de tal cargo”. Rejeita que se conceda “à autoridade política um poder excessivo” (id.) como rejeita que ela “assuma formas totalitárias ou ditatoriais que lesam os direitos das pessoas” (id.).

Como cristão não posso fazer o que quero.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «Lembrai-vos do que vos disse: - O escravo não é mais do que o seu Senhor. Se Me perseguiram a Mim, também vos perseguirão a vós(Jo. 15, 20)

*****

Se queres ter a alegria,
Põe em prática a ciência
De viver em harmonia
Com a tua consciência.
 
Se te falta aquele esteio
A que chamamos fé,
Segue o exemplo de Tomé
E grita: “Senhor, eu creio”.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 28 de Julho de 2013

Igreja e Política


A palavra de Jesus é clara: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mt. 22, 21).

Jesus não foi um político nem os seus ensinamentos o são, manteve independência perante os partidos políticos do seu tempo, separou o “religioso” do “político”, rejeitou o carácter sagrado do poder político…

Também a Igreja, “em razão da sua missão e competência, de modo algum (…) está ligada a qualquer sistema político, (…) é (antes) sinal e salvaguarda da transcendência da pessoa”. São duas realidades “independentes e autónomas”. (GS, 76)

Não tem nenhum partido político mas exclui liminarmente aqueles em que a “autoridade política assuma formas totalitárias ou ditatoriais, que lesam os direitos das pessoas ou dos grupos sociais” (CS. 75)… Reclama, sim, o direito de viver, anunciar permanentemente a sua doutrina e de denunciar tudo o que não respeite os direitos humanos.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «Dai a cada um o que lhe é devido: o imposto a quem se deve o imposto; a taxa, a quem se deve a taxa; o respeito a quem se deve o respeito; a honra a quem se deve a honra» (Rom. 13, 7)

*****

Afirmas, em tom mordaz,
Que as políticas são sujas;
Pois, se estás limpo, não fujas
E mostra como se faz.
 
É útil que te convenças
Que se o mundo anda torto,
Não deves fingir de morto,
Mas defender o que pensas.


In Jornal “Avé Maria” (Semanário) - Vila Real, 21.07.2013

Édito de Milão


Foi há 1.700 anos que os cristãos começaram a gozar de liberdade religiosa no Império Romano. Depois de quase 300 anos de perseguição, Constantino Magno, filho de Santa Helena, juntamente com Licínio, também imperador, promulgaram o “Edicto de Milão” que dava a paz à Igreja: liberdade religiosa a todos os habitantes do Império, abolia as leis contra os cristãos, restituía-lhes os lugares do culto pagando as indemnizações necessárias. Foi publicado dia 13.06.3013, em Nicomédia, lá para os lados do Bósforo e do Mar Negro
Constantino unificaria i Império tornando-se protector da Igreja, favorece-a com diversos privilégios abrindo caminho, sobretudo no Oriente, para o “césaropapismo” – a Igreja subordinada ao Estado. Após a sua morte, não tardou muito que o cristianismo se tornasse religião oficial do Império.
Hoje, - todos os reconhecem - , o poder político não se pode identificar com um “credo” religioso em detrimento de outros e deve garantir liberdade religiosa a todos os cidadãos.
*****
Diz a Sagrada Escritura: «Às autoridades judaicas que queriam proibir de falarem de Jesus, os Apóstolos responderam: “É preciso obedecer mais a Deus do que aos homens… Não podemos deixar de falar o que vimos e ouvimos”» (Act. 5, 29 e 4, 20)
*****
A droga e o alcoolismo
- Ó miséria das misérias! –
São calamidades sérias
E não há maior abismo.

Quem ainda tem a dita

De estar livre destes vícios,
Prefira mil sacrifícios
A essa praga maldita.
In Jornal “A Voz de Trás-os-Montes” (Semanário) – Vila Real, 14.07.2013

O "Decálogo" do Acólito

O "Decálogo" do Acólito

O acólito serve o altar, acompanha o celebrante, canta, reza, participa ativamente. Ele desempenha um ministério (serviço) muito importante durante as celebrações litúrgicas.

Portanto, para se ser acólito é necessário, fundamentalmente:

1.- Acreditar em Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, e na Boa Nova que Ele nos trouxe, testemunhando-O em todos os lugares onde estiver;

2.- Ter vontade de ajudar, de servir os outros, segundo o exemplo de Jesus que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por todos” (Mc.10, 45);

3.- Querer conhecer cada vez melhor e viver de acordo com a doutrina (os ensinamentos) da Igreja Católica Apostólica Romana;

4.- Dedicar-se à leitura e ao estudo da Bíblia (Palavra de Deus) e da Liturgia, com empenho e vontade de melhorar, cada vez mais, o seu serviço ao altar;

5.- Rezar, sozinho, em família e com os outros elementos do Grupo de Acólitos;

6.- Fazer um sério e contínuo discernimento vocacional, sendo verdadeiro nas opções que decidir tomar;

7.- Ter sentido de responsabilidade e disponibilidade para, em espírito de serviço, exercer as funções que lhe forem confiadas em cada celebração litúrgica, e não ficar triste quando tal não acontecer;

8.- Saber estar atento e perceber as necessidades da comunidade eclesial, partilhando as suas ideias com o pároco;

9.- Participar nas missas dominicais e/ou vespertinas, nas missas festivas da comunidade e nos feriados religiosos;

10.- Participar em encontros periódicos de formação e em retiros, assim como, sempre que possível, em celebrações litúrgicas e outras actividades a nível local, diocesano e nacional;

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