A oração dos cinco dedos


É uma oração feita pelo Papa Francisco quando Arcebispo de Buenos Aires, e de que nos podemos servir para rezar:

1.- O polegar é o que está mais perto de nós. Começa por rezar pelos que estão mais próximos. São fáceis de recordar. Rezar por aqueles que amamos é “uma doce tarefa”.

2.- A seguir é o indicador. Reza pelos que ensinam, instruem e curam. Eles precisam de apoio e sabedoria para nos orientarem.

3.- Depois, é o maior. Recorda-nos os que têm autoridade: chefes, governantes… Eles necessitam da orientação divina.

4.- O anelar é o mais débil. Lembra-nos que rezemos pelos mais débeis ou pelos atormentados por problemas. Todos necessitam das tuas orações.

5.- O mínimo, o mais pequeno, deveria lembrar-te de rezares por ti. Quando terminares de rezar pelos outros grupos, as tuas necessidades aparecerão de forma correcta e estarás preparado para rezares por t. Deus te abençoe.

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Diz a Sagrada Escritura: «Sede alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração”. (Rom. 12, 12)

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Se queres ter alegria,
Põe em prática a ciência
De viver em harmonia
Com a tua consciência.

Para vencer a cobiça
E a solidão compensar,
Nunca deixes de rezar
E ao domingo vai à Missa.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – 28.04.2013

EU CREIO! - Vídeo do Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil de Vila Real

Vídeo realizado no contexto do Dia Diocesano da Juventude de Vila Real e que conta com a participação de jovens de toda a Diocese...

Parte da "Porta Fidei" de Bento XVI e leva-nos até à profissão de Fé - o Credo

Vocação sacerdotal


Todas as vocações são dignas de respeito e para cada cristão a melhor é a que Deus lhe dá. Mas, olhadas em si mesmas, nenhuma há mais excelsa que a sacerdotal.

Paulo VI, numa alocução ao clero italiano, afirmou-o: «A função ministerial que vos está confiada não tem comparação com nenhuma outra. Bem realizada, além de comunicar força a quem é instrumento vivo da transmissão da graça de Deus, adquire uma eficácia que nenhuma outra consegue”.

Perante a secularização, que se repercute na consciência colectiva, não podemos ignorar este aspecto quer para vencermos possíveis complexos de inferioridade, quer para que brilhe com toda a força aos olhos daqueles que se interrogam sobre o seu futuro.

Por isso todos somos convidados a meditar em Ano de Fé e, sobretudo, nesta Jornada Mundial de Oração pelas Vocações Consagradas, no que é o padre, ministro do Senhor que realiza actos em que age “em nome de Cristo”.

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Diz a Sagrada Escritura: «É necessário que, antes do fim do mundo, o Evangelho seja pregado em todas as nações». (Mc. 13, 10)

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Que valem igrejas belas,
Com rica talha dourada,
Sem Jesus a morar nelas,
Numa hóstia consagrada?

Vendo um sacrário vazio
E uma lâmpada sem luz,
Aí tens uma desafio,
Ó jovem que amas Jesus.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 21.04.2013

Sem Domingos não podemos viver

Foi a resposta de Emétrio, leitor da comunidade cristã de Abitina, no norte de África, ao juiz que o repreendia por ter disponibilizado a sua casa para a reunião eucarística de domingo. Quando foram presos, cerca de cinquenta pessoas celebravam a Eucaristia presidida pelo sacerdote Saturnino. Ali se encontravam senadores como Sativo, jovens como Vitória, crianças como Hilariano… Numa cidade pagã, de escolas, culto e moral pagãos… em tempo de perseguição, ano 304, - a última antes de Constantino dar liberdade aos cristãos… «como podemos, nós, cristãos guardarmos a nossa identidade sem a assembleia dominical? “Sem domingo não podemos”»!

Ainda hoje, sem a Eucaristia dominical, como pode alguém, no meio de uma sociedade pluralista, tão paganizada, cada vez mais afastada dos valores cristãos e até de valores humanos, como conservar a nossa identidade cristã? Só com a luz e força que a Eucaristia proporciona… o conseguiremos. É indispensável salvarmos o domingo!

*****

Diz a Sagrada Escritura: «Todos participavam assiduamente na pregação dos Apóstolos, na celebração da Eucaristia, nas orações comunitárias e na união fraterna». (Act. 2, 42)

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Quando se vivia a fé,
Todo o cristão ia à missa,
Sem vergonha nem preguiça,
De longe, à chuva e a pé.

É escutar Deus que nos fala,
Como irmãos em multidão;
É Deus feito refeição
E os Seus filhos a tomá-la.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – 14.04.2013

Comentários às leituras do Domingo IV da Páscoa


LEITURA I - Actos 13, 14.43-52
«Vamos voltar-nos para os pagãos»

Desde o princípio, os discípulos de Jesus compreenderam que o amor e os planos de salvação do «Bom Pastor» eram universais, abarcavam toda a humanidade.

Por isso, S. Paulo, vendo na hostilidade dos judeus uma indicação de Deus, volta-se, definitivamente, para os pagãos, no desejo de continuar a missão de Jesus, estabelecido por Deus luz das nações e Salvador de toda a terra. O Apóstolo estava, na verdade, convencido de que a Igreja tem de ser missionária. Tem de levar a todos os homens e a todos os povos sem distinções a salvação alcançada por Jesus.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 99 (100), 2.4.5.6.11.12.13b (R. 3c)
Refrão: Nós somos o povo de Deus, somos as ovelhas do seu rebanho.

LEITURA II - Ap 7, 9.14b-17
«O Cordeiro será o seu pastor e os conduzirá às fontes da água viva»

Unido, pelo seu Baptismo, a Cristo, Bom Pastor, o cristão participa já do triunfo do Ressuscitado. O cristão, vivendo a fé recebida, trabalhando pela construção de um mundo melhor, um mundo sem injustiças, sem desigualdades, sem divisões, prolonga, no tempo presente, esse mesmo triunfo.

Contudo, o seu destino é mais glorioso, pois ultrapassa os horizontes do mundo. A vida do cristão, com efeito, é uma caminhada, sob a direcção do Bom Pastor, para as águas vivas da vida eterna, para o Céu. Será aí que, finalmente, a grande família de Deus, composta de homens de todas as raças e culturas, se reunirá, para viver uma felicidade sem sombra, no gozo pleno do triunfo definitivo de Cristo Ressuscitado.

ALELUIA - Jo 10, 14
Refrão: Aleluia.
Eu sou o bom pastor, diz o Senhor: conheço as minhas ovelhas e elas conhecem-Me.

EVANGELHO - Jo 10, 27-30
«Eu dou a vida eterna às minhas ovelhas»

Aquele que, pela fé, aceitou a palavra de Jesus e aderiu à Sua Pessoa, fica estreitamente unido a Ele. Na verdade, o Senhor Jesus estabelece com o Seu discípulo relações de profunda intimidade, caracterizadas por um conhecimento mútuo e uma amizade recíproca, que levam a uma comunhão de vida: Jesus comunica àquele que acredita n’Ele a Sua vida, a vida mesma de Deus, a vida que não morre.

Em virtude desta união com Cristo, o cristão sente-se já salvo em plenitude e, mesmo no meio das vicissitudes da vida, experimenta uma inabalável segurança, que tem o seu fundamento no próprio poder do Pai, de que Jesus participa, pois é um com Ele.

Fonte

Divina Misericórdia

João Paulo II deu ao segundo domingo de Páscoa o título “Domingo da Divina Misericórdia”. Os textos da Santa Missa e do Ofício divino continuam a ser os mesmos de antes, mas a devoção centrada neste atributo de Deus ganhou importância devido aos escritos de Santa Faustina, religiosa que viveu em Cracóvia, diocese da Polónia de que João Paulo II foi Pastor.

O Concílio Vaticano II recomenda que as devoções populares se harmonizem com a Liturgia e só teriam preferência sobre o domingo se forem de “máxima importância” (SC. 13 e 106).

A devoção à misericórdia divina é uma expressão do nosso reconhecimento pelo que o Senhor instituiu na tarde de Páscoa: “A quem perdoardes os pecados serão perdoados”.

A Irmã pediu que, nesse dia, se festejasse a misericórdia divina, petição corroborada por todos os bispos do País. O Papa, em 1995, concedeu-o á Polónia e, em 2000, à Igreja inteira.

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Diz a Sagrada Escritura: «Não tema. Eu sou o Primeiro e o Último, que vive. Estive morto, mas eis-Me vivo pelos séculos dos séculos e tenho a chave da morte e da morada dos mortos». (Ap. 1, 17-19)

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É na cristã penitência,
Sacramento do perdão,
Onde todo o bom cristão
Vai lavar a consciência.

É o encontro acolhedor
De pessoa com pessoa
Entre Jesus que perdoa
E um contrito pecador.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 07.04.2013

Vida Nova

Graças à ressurreição de Jesus, o cristianismo não é uma religião de morte mas de vida. Jesus falou muitas vezes da necessidade da cruz, anunciou a sua paixão e morte, mas acrescentava sempre que ressuscitaria. O seu olhar não se fixava no Calvário mas no triunfo glorioso, três dias depois de morrer.

Ao longo da sua vida, Jesus ressuscitou três pessoas que voltaram à vida que tinham antes de morrer, e agora, como todos os seres humanos, aguardam a ressurreição final. Com Ele não foi assim. Ao ressuscitar, seu corpo foi cheio de uma vida superior, espiritual divina. A sua identidade corporal continua mas totalmente transformada interiormente: “Vede as minhas mãos e os meus pés, sou Eu!” (Lc. 24, 34)

Pela sua ressurreição Jesus entrou numa vida nova, vida nova que começou a espalhar-se pela humanidade e destinada a todos aqueles que acolhem e procuram viver a sua mensagem.

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Diz a Sagrada Escritura: «Porque procurais Aquele que vive entre os mortos? Não está aqui; ressuscitou(Lc. 24, 5-6)

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Até na aldeia perdida
Entre pedras e pobreza,
Anda na rua a certeza
De que a morte foi vencida.

O Senhor fez claro dia
De uma noite tão escura,
Ao sair da sepultura,
Numa explosão de alegria.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 31.03.2013

50ª Semana das Vocações

Está a decorrer, até ao próximo dia 21 de Abril, a
50ª Semana das Vocações.

Nota da Conferência Episcopal Portuguesa

A Conferência Episcopal Portuguesa, reunida em Fátima na semana passada, publicou uma Nota Pastoral, com data de 11 de Abril de 2013, intitulada “Promover a Renovação da Pastoral da Igreja em Portugal”, da qual transcrevemos o seguinte:

« 1. No seguimento da última Visita ad limina Apostolorum, os bispos de Portugal decidiram promover um amplo movimento de auscultação junto do Povo de Deus em ordem à revitalização do tecido pastoral da Igreja em Portugal. A recente eleição do Papa Francisco e as linhas pastorais que já nos traçou são para nós um alento de esperança a «viver a doce e reconfortante alegria de evangelizar».

2. Foram muitos e todos igualmente importantes os contributos que recebemos, pelo que não podemos deixar de expressar a todas as pessoas envolvidas neste processo o nosso grande apreço e a nossa mais profunda gratidão. Reunidos e compulsados todos os contributos recebidos, fazemos agora o elenco dos apelos mais insistentemente repetidos, alguns dos quais já assimilados na vida das nossas comunidades eclesiais. Pedia-se: (…)»

Ler a Nota Pastoral da Conferência Episcopal na íntegra

Comentários às leituras do Domingo III da Páscoa


LEITURA I - Actos 5, 27b-32.40b-41
«Somos testemunhas destes factos, nós e o Espírito Santo»

Levados, pela segunda vez, diante do Sinédrio, os Apóstolos, transformados e animados pelo Espírito Santo, dão um corajoso testemunho acerca de Jesus. Procedendo como cabeça da Igreja, como chefe dos outros Apóstolos, revestido duma autoridade, que lhe vinha, directamente, de Cristo, Pedro anuncia a Morte e a Ressurreição de Jesus e proclama que Ele continua vivo no meio dos homens, como Senhor e Salvador.

Continuar este testemunho de Pedro, através dos séculos, em todas as circunstâncias históricas, na alegria ou na tribulação, nisto consiste a vida da Igreja.

SALMO RESPONSORIAL - Sal. 29 (30), 2.4-6.11-12a.13b (R. 2a)
Refrão: Eu vos louvarei, Senhor, porque me salvastes. Repete-se

LEITURA II - Ap 5, 11-14
«Digno é o Cordeiro que foi imolado de receber o poder e a riqueza»

Com a Sua Ressurreição, Jesus Cristo foi constituído Senhor de todas as coisas, de todos os seres espirituais e materiais, mesmo daqueles cuja existência ainda não conhecemos. Centro de toda a criação, que para Ele ficou orientada, o Senhor Ressuscitado, confundindo-se agora com a única Majestade de Deus, recebe o agradecimento e o louvor da assembleia dos santos.

Unindo-se a este louvor, as nossas assembleias eucarísticas, inundadas de alegria pascal, testemunham que Jesus Cristo, nosso Deus, é o verdadeiro Senhor da História.

ALELUIA
Refrão: Aleluia. Repete-se
Ressuscitou Jesus Cristo, que criou o universo e Se compadeceu do género humano. Refrão

EVANGELHO – Forma longa Jo 21, 1-19
«Jesus aproximou-Se, tomou o pão e deu-lho,fazendo o mesmo com os peixes»

Depois de preparar os discípulos, através da pesca milagrosa realizada pelo grupo chefiado por Pedro e na sua barca, Jesus determina o lugar, que ele deve ocupar na Sua Igreja, constituindo-o «Pastor» do Seu único rebanho.

O Senhor Jesus será sempre Pastor único e insubstituível da Igreja, que santificou com a Sua Morte e a vivificou com a Sua Ressurreição. Mas Pedro, a quem Jesus comunicou os Seus mesmos poderes, ficará à frente dela, neste tempo que vai desde a partida do Senhor Jesus até à Sua vinda final.

Fonte

Comentários às leituras do Domingo II da Páscoa ou da Divina Misericórdia


LEITURA I - Actos 5, 12-16

«Cada vez mais gente aderia ao Senhor pela fé, uma multidão de homens e mulheres»

Uma das características mais salientes da comunidade primitiva era o poder de realizar milagres, que os Apóstolos tinham. Por esse poder especial, a presença de Jesus Ressuscitado impunha-se duma forma sensível. Era d’Ele que lhes vinha, com efeito, esse poder, de harmonia com o que lhes havia prometido (Mc. 16, 18).

Mas não era apenas graças a estes prodígios que o número de crentes aumentava. A Igreja crescia ainda mais, graças à acção, que os Apóstolos exerciam sobre os corações, com o dom do Espírito Santo.

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 117 (118), 2-4.22-24.25-27ª (R. 1)

Refrão: Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
porque é eterna a sua misericórdia. Repete-se

Ou: Aclamai o Senhor, porque Ele é bom:
o seu amor é para sempre. Repete-se

LEITURA II - Ap 1, 9-11a.12-13.17-19
«Estive morto, mas eis-Me vivo pelos séculos dos séculos»

A fé dos cristãos da Ásia Menor, naqueles fins do século I, estava exposta a sérios perigos. Ao golpe da perseguição vinha juntar-se a ameaça de erros doutrinais (1 Jo. 2, 22-23).

Desejando confortar os seus irmãos, o Apóstolo S. João dirige-se-lhes, da ilha de Patmos, onde está exilado, para lhes garantir, por revelação divina, que Cristo Ressuscitado, vencedor da morte, está presente nas comunidades cristãs, que vivem d’Ele, de tal sorte que as potências do mal serão vencidas e a Igreja triunfará com Cristo.

EVANGELHO - Jo 20, 19-31
«Oito dias depois, veio Jesus...»

À semelhança de Tomé, muitas vezes, na nossa vida nos deixamos dominar pelo desânimo, chegando mesmo a afastarmo-nos dos irmãos.

Se acreditássemos, verdadeiramente, na Ressurreição, a nossa existência estaria marcada por essa consoladora realidade. A alegria pascal seria uma constante, em todos os momentos; a fé na vida prevaleceria sobre o desânimo, sobre o cansaço; a união na Igreja seria mais autêntica, mais forte; e as relações entre os crentes não seriam envenenadas pelo individualismo, mas inspiradas pelo desejo de tudo condividirmos com aqueles que receberam a mesma vida nova, a vida de Cristo Ressuscitado.

Fonte

VIA LUCIS - Caminho da Luz


Na próxima Sexta-feira, 5 de Abril, pelas 21h00, em Mateus, e destinada a todos os cristãos das paróquias de Arroios, Constantim e Mateus (Unidade Pastoral), vai realizar-se uma celebração litúrgica denominada: VIA LUCIS.

A propósito desta iniciativa, transcrevemos o seguinte texto:

«LUZ GLORIOSA. São estas as primeiras palavras de um dos mais antigos hinos cristológicos. O Cristo Ressuscitado é a luz do mundo. Foi isto que motivou a vasta reflexão feita pelo Vaticano II para descobrir o mistério da Ressurreição. Antes, a atenção fixava-se de preferência na cruz. Ela é o “altar do mundo”, e é mais do que justo venerá-la. Nela “esteve suspenso o Salvador do Mundo” (Sexta-Feira Santa, Convite na apresentação da Cruz).

Mas Ele sofreu e morreu para ressuscitar. Não podemos parar na cruz. Paixão e Ressurreição são duas faces inseparáveis da mesma medalha. Cristo «foi entregue por causa das nossas faltas e ressuscitado para nossa justificação» (Rm 4, 25). Também a Ressurreição tem valor salvífico: «Se Cristo não ressuscitou é vã a nossa pregação e vã a nossa fé» (1 Cor 15,14). Por outro lado, «Cristo, ressuscitado dentre os mortos já não morre; a morte já não tem domínio sobre Ele» (Rm 6,9). O Cristo que eu encontro na Liturgia, na Palavra, nos irmãos, nos sacramentos – é o Ressuscitado.

Não será de estranhar, pois, que à VIA CRUCIS (Via Sacra ou Caminho da Cruz) tradicional, que revive as várias etapas do caminho das dores de Cristo, se acrescente agora a VIA LUCIS (Caminho da Luz), na qual se revivem as estações mais significativas do caminho pascal de Cristo; os factos, os encontros e os testemunhos evangélicos acerca do acontecimento central da História da Salvação: a Ressurreição de Jesus. De resto, a forma de “Breviário popular”, que é o Rosário, ao lado dos mistérios gozosos e dolorosos propôs sempre os gloriosos.

Não existe ainda, para esta VIA LUCIS, uma tradição sólida, com a verificação de experiências e a aprovação da Igreja. E para que isto aconteça, é mesmo preciso que alguém comece. [...] O importante é começar, sem pretender ser definitivo, mas com a modesta intenção de ajudar os que querem encontrar o Ressuscitado e “tocá-lo com a fé”, conscientes de que «emanava d’Ele uma força que a todos curava» (Lc 6,19).»

Apresentação que o beneditino Dom Mariano A. Magrassi, arcebispo de Bari-Bitonto, faz do texto italiano intitulado “Via lucis – le apparizioni del Risorto celebrate in quindici etappe”, adaptado por Lopes Morgado (retirado da internet).

Quem quiser ter acesso ao texto integral da celebração proposta, clique aqui:

Intenções do Papa - Abril 2013


Intenção Geral: Para que a celebração pública e orante da fé seja fonte de vida para os fiéis.

Intenção Missionária: A fim de que as Igrejas particulares dos territórios de missão sejam sinal e instrumento de esperança e ressurreição.

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