A iniciação cristã

Ninguém nasce cristão. Tornamo-nos cristãos pelo Baptismo e, depois, somos iniciados na vida cristã. Nos primeiros tempos do cristianismo só os adultos eram baptizados. Preparavam-se ao longo de dois a quatro anos – na aquisição de conhecimentos, no esforço por viver de acordo com o que aprendiam e na participação, tanto quanto lhes era permitido, nas celebrações da comunidade. Para serem admitidos era indispensável o testemunho de cristãos que garantissem a recta intenção do candidato. A iniciação continuava depois da recepção do baptismo, da confirmação e da eucaristia.

Tudo se alterou com a prática generalizada de baptizar as crianças nos primeiros dias de vida. Os pais e a comunidade é que se comprometiam a educá-las na fé. A vida cristã dos pais, apoiados pela da comunidade, era a melhor iniciação… Como tudo seria bem melhor se, hoje, os mais novos encontrassem nos pais e na comunidade testemunho idêntico…

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Diz a Sagrada Escritura: «Muito me alegrei por saber que os teus filhos ainda na verdade, conforme o mandamento que recebemos do Pai». (II Jo 4)

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O lar cristão é um templo
Onde Cristo quer viver
E onde os filhos hão-de ser
O que virem como exemplo.

A experiência é que nos diz
Que todo o filho que tem
Pai cristão e santa mãe
É na vida o mai feliz.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 05.05.2013

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