Dia Diocesano: da Catequese, do Catequista e da Família - Vila Real - Ribeira de Pena - 10 de Outubro de 2015


Reinício da Catequese


Por esta ocasião as paróquias iniciam o novo ano de catequese: inscrições, escolha e formação dos catequistas, organização dos grupos, encontro com os pais… A Catequese é Obra fundamental na Igreja.

Os seus objectivos são sempre os mesmos: dar a conhecer o Deus de Jesus Cristo, ensinar a rezar, levar os destinatários a conformarem a sua vida com o Evangelho, despertar na comunidade cristã a consciência de que é responsável pela catequese e que é chamada a testemunhar aos mais novos, nas diferentes situações da vida, a fé em Jesus.

O êxito da Catequese dependerá muito do cuidado dos pais que, no sacramento do baptismo dos filhos, se comprometeram a educá-los na fé, da acção dos catequistas e do apoio constante da comunidade cuja vida cristã é para os mais novos um estímulo forte a nela se integrarem e a imitá-la.

Não é fórmulas a decorar embora se exija um mínimo de conhecimentos. O importante é levar a viver à maneira de Jesus Cristo.

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Diz a Sagrada Escritura: «Prega a Palavra, insiste oportuna e inoportunamente, repreende, censura e exorte com bondade e fidelidade à doutrina… Evangeliza-te e consagra-te ao teu ministério». (II Tim. 4, 2 e 5)

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Há cristãos que ficam só
Com uns laivos de doutrina:
Tanta ignorância faz dó,
Ante a beleza divina.

Todo o cristão deve crer
Que o Evangelho e força e luz,
Só pelo facto de ser
A palavra de Jesus.

Fonte: Jornal “Avé Maria” – Vila Real, 27.09.2015

A propósito do tema deste post, transcrevemos a carta que todos os catequistas do Grupo da Catequese Paroquial de Constantim enviaram aos pais das crianças/adolescentes do respectivo grupo:


Caros pais do(a)

Iniciámos hoje um novo período dedicado às sessões semanais da Catequese Paroquial, que não são nem devem ser entendidas como “aulas de religião e moral”, mas que pretendem ser, essencialmente, Encontros com Jesus Cristo, pois, como refere o Directório Geral da Catequese, no seu nº80, “A finalidade última da catequese é pôr as pessoas não apenas em contacto, mas em comunhão, em intimidade com Jesus Cristo.”

O catequista, enquanto colaborador do Pároco, não é mais do que o facilitador desse mesmo Encontro semanal. Contudo, os pais, enquanto primeiros educadores na fé, não podem nem devem demitir-se de colaborar activamente na formação/educação religiosa contínua do(s) seu(s) filho(s), em estreita ligação com o Pároco, que, com a colaboração dos catequistas, cumpre o mandato de Jesus Cristo, “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura." (Mc 16, 15).

E se a Catequese deve conduzir todos os fiéis à celebração jubilosa da fé em Jesus Cristo, através da participação activa nas celebrações litúrgicas, e de modo especial na Eucaristia dominical, é também importante que os pais, quer pela palavra, mas principalmente pelo testemunho, levem os seus filhos a frequentar assiduamente os Sacramentos da Eucaristia e da Confissão ou Reconciliação. A Eucaristia é, efectivamente, o Sacramento por excelência que Jesus Cristo deixou à Sua Igreja, pelo que é habitualmente designado por Santíssimo Sacramento da Eucaristia. E ninguém se deve aproximar para comungar o Corpo do Senhor se não estiver reconciliado com Deus e com os irmãos.

Do mesmo modo, importa que as crianças e os adolescentes adquiram também o gosto pela oração individual, pelo menos ao iniciar e ao finalizar cada dia. Essencialmente para agradecer tudo o que Deus coloca diariamente à nossa disposição, e não apenas para “pedir” ajuda para resolver qualquer situação mais problemática.

Ao iniciar este novo ano catequético quero, pois, solicitar a vossa colaboração e empenho, para que os encontros semanais de catequese possam, com a ajuda de Deus, produzir bons frutos no coração do vosso filho.

Assim, são importantes a assiduidade e a pontualidade: habitualmente, cada encontro realiza-se ao ……………………., com início pelas ………h, e duração até cerca das ……..h.

Ao vosso dispor para o que considerarem necessário,

O(A) Catequista

Votar é um direito, mas também um dever!


Dada a proximidade do dia das Eleições Legislativas 2015, e porque consideramos extremamente importante que todos os cristãos estejam motivados para exercerem o seu direito, que é também um dever, inalienável de votar, escolhendo quem, durante a próxima legislatura nos vai representar na Assembleia da República, transcrevemos, com a devida vénia, um artigo publicado na Família Cristã, dia 23.09.2015, com o título “Patriarca pede «consciência» cristã no voto”:

«Com a campanha eleitoral na estrada e o dia das eleições cada vez mais próximo, o Cardeal-Patriarca de Lisboa e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Manuel Clemente, afirma que «nem sempre as pessoas se sentem motivadas» para votar. «Todos temos de ser mobilizados e comprometidos nas causas comuns. Isto é de todos, para todos, e é assim mesmo que funciona uma democracia», referiu o prelado à Família Cristã.

No que diz respeito ao sentido de voto dos cristãos, D. Manuel Clemente refere os «critérios e balizas definidas pelo próprio Papa Francisco» que devem servir para «qualquer cristão» «avaliar os programas dos partidos e «tomar a sua decisão». «Que deem prioridade à vida, que vão desde as possibilidades e apoio à vida em gestação no ventre materno e ao acompanhamento da vida nas suas diversas fases, à necessidade de fazer do trabalho uma causa comum, porque o trabalho não é algo que se possa ter ou não ter, toda a gente, porque está em causa a própria realização da pessoa na sociedade, as questões ecológicas que façam ultrapassar uma mentalidade consumista para uma fruição mais sóbria daquilo que o mundo nos proporciona para chegar a todos. São os critérios de sempre, que agora ganham maior relevo», sustenta.

Questionado sobre se a Igreja deveria fazer uma avaliação crítica desses mesmos programas, que nem sempre são de fácil entendimento para os eleitores, D. Manuel Clemente explica que, «como hierarquia, não nos devemos impor ao voto dos cristãos», mas que não é difícil aos cristãos saberem qual a posição da Igreja. «Quem realmente se interessar e for ler os pronunciamentos papais e da CEP, ou mesmo de cada bispo na sua diocese, e comparar com as propostas que os candidatos dizem e apresentam, pode e deve tirar a sua conclusão. Depois daí, no momento do voto, vale a sua consciência», referiu o prelado.

Questionado sobre se os cristãos que têm cargos políticos aparecem muito ou pouco na esfera pública assumindo-se como cristãos, D. Manuel explicou que prefere mais exemplos que palavras. «Não precisamos que os católicos estejam sempre a dizer que são católicos. O que digo foi o que respondi a um que, no outro dia, me perguntava se se podia afirmar como católico. Disse-lhe "o senhor é batizado, não é? Então mostra que é católico na medida em que pauta a sua atuação pelos princípios do Evangelho". Não lhes peço mais do que isso», diz. Até porque diz, citando o Evangelho, o critério são as obras que a Fé produz. «As suas prioridades foram aquelas que o Evangelho aponta, resolver o melhor possível as necessidades mais concretas que dizem respeito à vida, ao trabalho, dos seus e de ele próprio. Tem isso em conta? Aí é que a gente vê. Até porque funciona aqui a tal frase do Evangelho "mostra-me a tua fé sem obras, que eu pelas obras te mostrarei a minha fé". Este é que é o critério», defende.

Quanto a projetar o futuro do governo que se seguirá, o presidente da CEP aponta aquelas que deveriam ser as prioridades em cima da mesa. «As grandes causas: a dignidade da pessoa humana, ou seja, ver quais são os meios de melhorar e dignificar todos e cada um no concreto da sua vida, com todas as condições que isso requer; o bem comum, acrescentar o mais possível às condições para que cada membro da nossa sociedade disponha do que deve dispor para se realizar dignamente; e depois aquela conjugação dos princípios da subsidiariedade e solidariedade, em que o governo vai em apoio e estímulo daquilo que as famílias e os diversos corpos sociais podem fazer por si, sem se sobrepor, respeitando a individualidade e a criatividade de cada, e a solidariedade que é não perder de vista o bem do conjunto. São os 4 princípios da doutrina social da Igreja, depois é exercitá-los de forma concreta», pediu o Cardeal-Patriarca.»

Dia 4 de Outubro é dia de exercermos o nosso direito a escolher livremente, mas, também, em consciência!

Início da Catequese em Constantim - Vila Real

As actividades da Catequese Paroquial de Constantim – Vila Real vão iniciar-se neste fim-de-semana, 26 e 27 de Outubro.

Para conhecimento dos interessados, divulgamos no nosso blogue os horários e locais para a realização dos Encontros Semanais da Catequese, assim como os(as) Catequistas responsáveis por cada grupo/volume.
 

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