Comunhão dos doentes



A melhor ocasião para levar a Sagrada Comunhão aos doentes é ao domingo – o dia da Páscoa semanal – logo a seguir à Eucaristia da comunidade. Os Ministros Extraordinários da Comunhão devem aproximar-se do altar no princípio dos ritos da comunhão (Pai Nosso), recebem o Pão eucarístico no relicário (uma caixa digna, usada só para esse fim)… O celebrante os abençoa e envia. O Missal traz uma oração para esse fim.

No quarto do doente, a celebração inclui o acolhimento, a proclamação da Palavra de Deus (basta uma frase do Evangelho), a comunhão e a ação de graças.

Estarão atentos ao ambiente: toalha, vela acesa, flores (se possível), cruz… para dar à celebração um tom festivo e de recolhimento.

Na passagem do enfermo para o Pai, a comunhão é dada como viático. O doente precisa de escutar que é acompanhado pelo Senhor até ao momento da sua entrada na eternidade. Sirvam-se do Ritual.

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Diz a Sagrada Escritura: «Recebei com mansidão a Palavra em vós semeada, a qual pode salvar as vossas almas. Mas tendes de a pôr em prática e não apenas ouvi-la, enganando-vos a vós mesmos». (Tg. 1, 21-22)

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Uma chama permanente
Nas igrejas tremeluz.
Segredando, confiante:
- No sacrário está Jesus.

- Que dizes, lâmpada acesa?
Se é Jesus que vive ali,
A minha lama deixo presa,
Para sempre, ao pé de ti.

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Notícias da Igreja

Vaticano – Um dos Cardeais escolhidos pelo Papa, no passado dia 20, foi o Padre Aquilino Bocos, espanhol, já com 80 anos. Foi provincial, assistente, superior geral e figura conhecida na vida religiosa. “Servir… foi o que procurei ao longo da minha vida. Sinto que vou morrer com as botas calçadas ao serviço da Igreja.”

VaticanoPaulo VI (João Battista Montini), Óscar Romero, arcebispo mártir de S. Salvador, juntamente com dois padres italianos (Francesco Sponelli e Vincenzo Romano) e duas religiosas (Maria Catalina Kasper e Nazaria Ignacia) serão canonizados no próximo dia 14 de Outubro na basílica de S. Pedro, em Roma.

Birmânia – Os cristãos da Birmânia abrem as suas portas a milhares de “rohingia” que, há tempos, sofreram uma forte perseguição e muitos, então, se refugiaram no Bangladesh. Os que permaneceram voltam de novo a sofrer novos episódios de perseguição. É nas igrejas cristãs e seus missionários que encontram refúgio. O Papa Francisco, muito ativo na procura de soluções para esta crise, está a organizar uma cimeira, para Outubro, com a finalidade de refletir o problema e encontrar soluções.

Espanha – Ricardo Blasquez, cardeal arcebispo de Valladolid e presidente da Conferência Episcopal Espanhola, declarou há dias que a «eutanásia não é sinal de progresso” e a morte digna “é uma maneira enganadora”, uma vez que há alternativas. “É um fracasso”» - declarou

Fonte: Jornal “Avé Maria” – nº2926


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