A Assunção de Nossa Senhora

A ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

Em pleno Verão, os católicos celebram a assunção de Nossa Senhora, a festa do Seu triunfo. Verdade de fé definida pelo Papa Pio XII, a 1 de Novembro de 1950: “A Imaculada Mãe de Deus, Maria sempre Virgem, depois de ter acabado a sua vida terrestre, foi elevada em corpo e alma à glória celeste”, foi a confirmação daquilo que os católicos já professavam desde há muito tempo.

É uma definição que não toma posição sobre a morte e sepultura de Nossa Senhora, não diz que “subiu” aos céus como aconteceu com Jesus, mas que “foi elevada”, pela acção de Deus, à glória celeste. Maria não conheceu o pecado nem a corrupção do sepulcro.

A Assunção é a festa de esperança para todos os crentes. O que Deus antecipa na Mãe de Seu Filho, será realidade para todos os que acolhem a Sua Palavra e a vivem.

Jornal "Avé Maria" (Semanário) - Vila Real, 14 de Agosto de 2011
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Saber parar

SABER PARAR

Diz-se que o imperador Carlos V, depois de abdicar, ocupava o tempo a acertar relógios e não conseguia trazê-los certos. O senhor de um império onde o Sol não se punha, podia reflectir sobre a precariedade do tempo…

Hoje, somos vítimas da ilusão de que o tempo nos pertence… e ele falta-nos: para respirar, para visitar um doente, para rezar ou, simplesmente, para estar em família. O espaço e o que ele contém, foi-nos dado. O tempo não, está nas mãos de Deus. Não o possuímos, é-nos dado, dia-a-dia, com a vida. Querer dominá-lo, é tirar-lhe o carácter de dom.

Férias… ocasião preciosa para encontrarmos o sentido fundamental do tempo. Olhemos para Jesus: acolhe cada momento… das mãos do Pai.

Férias… tempo de respirar, de parar e reflectir, para examinarmos a nossa vida à luz da eternidade.

O tempo dá-o Deus! – dia a sabedoria popular.

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Diz a Sagrada Escritura: «”Vinde, retiremo-nos a um lugar deserto e repousai um pouco.” Porque eram tantos os que iam e vinham que nem tinham tempo para comer.» (Mc. 6, 31)

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O verdadeiro cristão
É aquele que perdoa,
Mesmo que ainda lhe doa
A ofensa no coração.

E se muito dói a ofensa,
Porque deixou cicatriz,
Quem perdoa é feliz
E terá mais recompensa.

In Jornal "Avé Maria" (Semanário) - Vila Real, 7 de Agosto de 2011

Intenções do Papa para o mês de Agostol de 2011

Geral: Para que a Jornada Mundial da Juventude, que se realiza em Madrid, encoraje os jovens do mundo inteiro a arraigar e fundamentar a sua vida em Cristo.


Missionária: A fim de que os cristãos do Ocidente, fiéis à obra do Espírito Santo, voltem a encontrar o vigor e o entusiasmo da sua fé.

A missão dos padrinhos

A missão dos padrinhos

No princípio, os padrinhos eram cristãos adultos com provas dadas da sua fé em Cristo e, assim, reconhecidos como testemunhas da fé e garantes dos que se preparavam para o baptismo. No caso de crianças, esta função sempre competiu aos pais sempre que a eles podiam recorrer. No caso de filhos de escravos, de perseguidos e presos, de órfãos… era com os padrinhos… A partir do séc. VI generalizou-se o costume de associar um padrinho a cada baptizado e, depois, também uma madrinha.

Ser padrinho não é uma favor feito a alguém, nem uma segurança para os pais, é uma responsabilidade. A Igreja fixou os critérios para a sua escolha. A sua vida, no mínimo, não pode estar em contradição com o Evangelho Tutor da fé do afilhado, deve ser membro consciente e responsável da Igreja de Cristo que ali representa.

Basta um padrinho; não podem ser dois padrinhos ou duas madrinhas.

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Diz a Sagrada Escritura: «A Vida manifestou-SE. Nós vimo-LA e damos testemunho d’Ela: Esta Vida eternam que estava no Pai, foi-nos manifestada(1 Jo. 1, 2)

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No baptismo Deus faz isto:
Dos pecados nos liberta
E na vida humana enxerta
A vida de Jesus Cristo.

E, em mudança repentina,
A raiz ainda brava
Deixa a condição de escrava
Para ser raça divina.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário), Vila Real, 31 de Julho de 2011