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Terço Missionário rezado pelo Grupo da Catequese Paroquial de Constantim

No dia 22 de Outubro, Sábado, vésperas do Dia Mundial das Missões 2016, o Grupo da Catequese Paroquial de Constantim reuniu-se para um “Encontro de Catequese” diferente: rezar o Terço Missionário.

Aqui deixamos o guião desta actividade missionária:

(Antes do início do Terço Missionário, a todos os presentes é entregue um círculo – tem de haver 10 círculos de 5 cores diferentes – um por cada mistério, correspondente a cada um dos continentes: América, Europa, África, Ásia, Oceânia). Depois de todos apresentarem a intenção para o respectivo mistério, um elemento presente reza a 1ª parte da Avé Maria. Enquanto todos rezam a 2ª parte (Santa Maria…), esse elemento vai colocar o círculo que lhe foi entregue, para se ir construindo o Terço, conforme se pode verificar na imagem. O Pai Nosso, no início de cada mistério, as três Avé Marias e a Salvé Rainha, no final, também são rezadas por todos.)

Cântico inicial
Quero ser como tu, como tu, Maria,
como tu, um dia, como tu, Maria. (bis)

Introdução
O rosário missionário consta de cinco dezenas de cores diferentes: cada cor representa um continente, onde os missionários trabalham, sofrem e lutam para que a mensagem de Jesus seja conhecida por todos.
Mãe, junto de Ti, neste momento de oração, queremos caminhar pelo mundo, passar perto de todos. Contigo iremos fazer a nossa peregrinação.
Partiremos, e a nossa oração levar-nos-á até ao nosso próximo que não conhecemos. Queremos ser discípulos missionários de teu Filho Jesus, peregrinos do Amor.
O nosso humilde rosário da nossa rotina de todos os dias será revestido de uma dignidade suprema, contemplando, nas suas cores, o mundo inteiro. Nele teremos presentes, na meditação dos mistérios da nossa redenção, todos os povos da Terra que desejam Cristo.

1º Mistério – A anunciação do Anjo a Nossa Senhora
Maria, a Mãe que cuida de Jesus, agora cuida com carinho e preocupação materna deste mundo ferido. Os missionários vive no seu quotidiano o “Sim” de Maria. Ela, após dar o seu “Sim”, parte de imediato em missão.
A cor verde lembra as imensas florestas África e também a virtude da esperança.
Vamos rezar por todos os que vivem no continente africano, em especial, pelo florescimento cristão do povo e pelo ardor dos missionários que aí trabalham.

Todos - Neste mistério, peçamos a Maria, Rainha das Missões, que interceda pela paz, pela liberdade e pelo pão de cada dia de todos os povos de África e por um abundante clero nativo.

Cântico: Quero aprender a amar, como tu, Maria,
como tu, um dia, como tu, Maria. (bis)

2º Mistério – Visitação de Nossa Senhora a sua prima Santa Isabel       
Com Maria, os Missionários vencem todas as distâncias, para poderem estar junto dos que mais sofrem e precisam da sua presença. Maria percorre com a Humanidade e connosco todos os caminhos que conduzem à salvação.
A cor vermelha evoca os povos originários de toda a América e o sangue de inocentes derramado em guerras, lutas de conquista, revoluções e guerrilhas.
Vamos rezar por todos os que vivem no continente americano, que é aquele que tem maior número de católicos, mas onde são muitas as injustiças e desigualdades sociais.

Todos - Neste mistério, peçamos a Maria, Rainha das Missões, que ajude a Igreja a ser defensora dos pobres, lutando com amor pelos mais pequeninos, para que tenham justiça social, paz e solidariedade.

Cântico: Quero dizer meu sim, como tu, Maria,
como tu, um dia, como tu, Maria. (bis)

3º Mistério – O Nascimento de Jesus em Belém
Maria experimenta, canta e revela o amor fiel e misericordioso de Deus “que se estende de geração em geração” até hoje, até ao nosso tempo. Maria é Mãe atenta às dificuldades e necessidades dos homens. Para que não nos falte a alegria do Evangelho, da ternura, da misericórdia.
Reza-se pela Europa – cor branca, ligada não só à “raça branca”, mas por causa da presença do Papa, Mensageiro da Paz, o grande missionário do mundo. Foi da Europa que partiram boa parte dos(as) missionários(as) para todos os continentes. Contudo, ainda há muito que fazer…

Todos - Neste mistério, peçamos a mediação de Maria, Rainha das Missões, para que aumente a fé cristã e o clero dos povos europeus, sobretudo do povo português que sempre dedicou à Mãe do Céu um profundo amor filial.

Cântico: Quero levar Jesus, como tu, Maria,
como tu, um dia, como tu, Maria. (bis)

4º Mistério – A Apresentação do Menino Jesus no Templo.
Os missionários, com Maria, a Mãe da Misericórdia, neste ano Santo, vão descobrindo a alegria da ternura de Deus. A apresentação de Jesus no Templo, pelos seus pais, foi a entrega oficial a Deus, do filho que lhes fora entregue como dom, e a partir desse momento como oferta ao mundo.
A cor azul lembra os vastos mares da Oceânia e a serenidade e paz que emana de Maria.
Vamos rezar por todos os que vivem neste continente formado por milhares de ilhas, cuja insularidade dificulta o trabalho missionário, originando que muitas pessoas nunca tenham ouvido falar de Jesus Cristo.

Todos - Neste mistério, peçamos a intercessão de Maria, Rainha das Missões, para que surjam muitos missionários que levem Jesus a todas as ilhas da Oceânia, e estas se tornem como contas de um imenso Rosário de fé e amor a Deus.

Cântico: Quero-me consagrar, como tu, Maria,
como tu, um dia, como tu, Maria. (bis)

5º Mistério – O encontro de Jesus no Templo, entre os doutores
Os missionários, seguindo este apelo e exigência de escutar, devem ter presente os anseios, as esperanças, as aflições, os sofrimentos e a cultura do povo, para lhe anunciar a misericórdia de Deus que não tem fim.
A cor amarela evoca os povos originários do continente asiático e a luz divina do Amor do Pai.
Vamos rezar por todos os que vivem no continente asiático. É o continente onde Jesus semeou o Evangelho e o seu sangue mas onde Ele é menos conhecido.

Todos - Neste mistério, peçamos a Maria, Rainha das Missões, que interceda para que o sangue de tantos mártires na Ásia do século XX se transforme em semente de cristãos, e que dê força e alento a todos os que são sinal de Cristo, quer sejam missionários, consagrados ou se preparem para o sacerdócio.

Oração final
Senhor, quando eu tiver fome, dai-me alguém que necessite de comida.
Quando tiver sede, dai-me alguém que precise de água.
Quando sentir frio, dai-me alguém que necessite de calor.
Quando tiver um aborrecimento, dai-me alguém que necessite de consolo.
Quando minha cruz parecer pesada, deixe-me compartilhar a cruz do outro.
Quando me achar pobre, ponde a meu lado alguém necessitado.
Quanto não tiver tempo, dai-me alguém que precise de alguns dos meus minutos.
Quando sofrer humilhação, dai-me ocasião para elogiar alguém.
Quando estiver desanimada, dai-me alguém para lhe dar novo ânimo.
Quando sentir a necessidade da compreensão dos outros, dai-me alguém que necessite da minha.
Quando sentir necessidade de que cuidem de mim, dai-me alguém que eu tenha de atender.
Quando pensar em mim mesma, voltai minha atenção para outra pessoa.
Tornai-nos dignos, Senhor, de servir nossos irmãos que vivem e morrem pobres e com fome, no mundo de hoje.
Dai-lhes, através das nossas mãos, o pão de cada dia e dai-lhes, graças ao nosso amor compassivo, a paz e a alegria.

Cântico final
Deus esta contente! Deus esta contente! (2x)
Porque Deus é bom! (bis)

Terminamos com a transcrição do início da mensagem de Sua Santidade Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões 2016, sob o tema: Igreja missionária, testemunha da misericórdia.

«Queridos irmãos e irmãs!
O Jubileu Extraordinário da Misericórdia, que a Igreja está a viver, proporciona uma luz particular também ao Dia Mundial das Missões de 2016: convida-nos a olhar a missão ad gentes como uma grande, imensa obra de misericórdia quer espiritual quer material. Com efeito, neste Dia Mundial das Missões, todos somos convidados a «sair», como discípulos missionários, pondo cada um a render os seus talentos, a sua criatividade, a sua sabedoria e experiência para levar a mensagem da ternura e compaixão de Deus à família humana inteira. Em virtude do mandato missionário, a Igreja tem a peito quantos não conhecem o Evangelho, pois deseja que todos sejam salvos e cheguem a experimentar o amor do Senhor. Ela «tem a missão de anunciar a misericórdia de Deus, coração pulsante do Evangelho» (Bula Misericordiae Vultus, 12), e anunciá-la em todos os cantos da terra, até alcançar toda a mulher, homem, idoso, jovem e criança. (…)»


Pode ler a mensagem na íntegra aqui.

Servir com Amor e Alegria


Servir com Amor e Alegria” é o lema do Grupo de Acólitos de Constantim, constituído em 2011, e que conta já com 13 elementos, de ambos os sexos.
Este lema foi definido a partir do refrão do Hino dos Acólitos: “O acólito serve com Amor / A Mesa da Palavra do Senhor / O acólito serve na Alegria / O Altar da Eucaristia”, e está inscrito na bandeira do referido grupo. O Hino dos Acólitos é da autoria de Diana Vedor, acólita da Diocese do Porto, revisto por João Paulo Q. e A. Cartageno.
Esta bandeira foi benzida pelo pároco de Constantim, Pe. Ricardo Pinto, durante a Eucaristia Dominical, por ocasião das festas em honra de Sta Maria da Feira, Sta Bárbara e S. Frutuoso (último Domingo do mês de Julho), e apresenta como principais elementos gráficos: a cor azul, (cor litúrgica dedicada a Nossa Senhora, padroeira da paróquia) na bordadura da bandeira e na casula do presidente da celebração; o altar, com duas colunas constituídas pelas letras A e Ω (respetivamente, alfa e ómega, primeira e última letras do alfabeto grego, e que simbolizam Jesus Cristo, Princípio e Fim de todas as coisas); uma hóstia sobre um cálice, em cima do altar, frente ao sacerdote; dois acólitos (de ambos os sexos), um de cada lado do altar, segurando um círio. Por baixo, o lema do Grupo: “Servir com Amor e Alegria”, e a identificação do mesmo: Grupo de Acólitos de Constantim – Vila Real.
Aproveitamos para agradecer todo o trabalho gráfico realizado pelo Prof. José Armando Ferreira.
Para quem não esteja tão familiarizado com este serviço eclesial, importa esclarecer que um acólito (instituído ou não) acompanha e serve o presidente da celebração da Eucaristia, um Bispo ou um Presbítero. Porém, é também seu dever ajudar o Diácono, o Ministro Extraordinário da Comunhão, bem como qualquer outra pessoa que necessite de auxílio durante a celebração da Eucaristia ou outras celebrações litúrgicas. Mas, é bom não esquecer que, essencialmente, o acólito acompanha e serve sempre o próprio Jesus. 
Assim, o acólito é um cristão que tem em si um autêntico espírito de serviço, e que fica interiormente contente quando, com as suas ações, presta uma ajuda eficaz e desinteressada à sua paróquia e aos seus irmãos, àqueles que partilham a mesma fé em Jesus Cristo.
A função do acólito, seja ela qual for (porque há muitas tarefas que um acólito pode e deve executar, cf. a IGMR, nn 187-193), é um serviço que se presta e não uma oportunidade para se “mostrar”. Servindo Jesus, deve seguir o Seu exemplo: Jesus veio “não para ser servido, mas para servir” (Mc 10, 45), fazendo da vida um serviço e uma doação a todos os outros por amor. O que deve mover o acólito, particularmente no serviço litúrgico, é a dedicação, o empenho, o amor e a graça de Deus.
A nível nacional, existe um Serviço Nacional de Acólitos que, para além de outras atividades, particularmente de formação, organiza a Peregrinação Anual de Acólitos a Fátima, no dia 1 de maio de cada ano. Nesta peregrinação anual participam milhares de acólitos, de ambos os sexos, de todas as idades e de todas as dioceses de Portugal. O Grupo de Acólitos de Constantim já participou nas peregrinações anuais realizadas em 2015 e 2016. O padroeiro internacional dos Acólitos é S. Tarcísio (adolescente mártir do séc. III, em Roma), e o padroeiro nacional é o Beato Francisco Marto, um dos três Pastorinhos de Fátima.
Num tempo em que cada vez se torna mais atual o alerta do Divino Mestre “Pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para a sua messe.” (Mt.9, 38), parece-nos que os grupos de acólitos existentes nas diversas paróquias podem ser, ou são mesmo, um verdadeiro alfobre de vocações consagradas.
José PintoMembro do Grupo de Acólitos de Constantim

Encontro de Acólitos de Constantim - Arciprestado do Centro I



 
Realizou-se no passado dia 25 de Outubro (Sábado), entre as 9h00 e as 14h00, o Encontro de Acólitos de Constantim - Arciprestado do Centro I (Vila Real e Sabrosa).

As actividades, de acordo com o programa previsto, iniciaram-se às 9h00, com o acolhimento, no Centro Social e Paroquial de Constantim. Depois da Oração de Laudes, presidida pelo nosso pároco, Pe. Ricardo Pinto, foi apresentada, pelo Pe. Hélder Libório (Responsável pelo Secretariado Diocesano da Liturgia) uma breve conferência que abordou os temas “O acólito é!” e “O acólito na Família”.

Já na igreja paroquial, foi celebrada a Santa Missa, a que se seguiu um Momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento.

O Encontro terminou com um almoço partilhado.

De acordo com o Livro do Acólito, editado pelo Secretariado Nacional de Liturgia, «A palavra acólito vem do verbo acolitar, que significa acompanhar no caminho. Dado que se pode acompanhar alguém indo à frente, ao lado ou atrás de outras pessoas, acólito é aquele ou aquela que, na celebração da liturgia, precede, vai ao lado ou segue outras pessoas, para as servir e ajudar.»

O acólito pode ser instituído ou não. A maioria dos acólitos, de ambos os sexos, que exercem o seu ministério nas diversas paróquias, são acólitos não instituídos. No entanto, eles e elas prestam um serviço inestimável à Igreja, servindo Jesus Cristo na pessoa que preside à celebração litúrgica.

Anualmente, o Serviço Nacional de Acólitos realiza, no dia 1 de Maio, uma Peregrinação Nacional de Acólitos a Fátima.

Em 2015, de 4 a 6 de Agosto, vai realizar-se Peregrinação Internacional de Acólitos a Roma.

Periodicamente, o Grupo de Acólitos de Constantim pretende promover actividades deste género e outras, para as quais vai sempre convidar os grupos de acólitos das outras paróquias do Arciprestado do Centro I e, quando foi considerado conveniente, mesmo de toda a Diocese de Vila Real.
 

Festa em honra do mártir S. Sebastião – Constantim

Vai celebrar-se no próximo fim-de-semana (19 e 20 de Janeiro) em Constantim (Vila Real), a tradicional festa em honra do mártir S. Sebastião.

Do programa destaca-se, no dia 20, Domingo, pelas 14h30, Eucaristia, na Igreja Paroquial, seguida de uma Procissão pelas ruas da localidade.

«Sobre S. Sebastião, pouco mais se sabe do que o seu suplício, quando o amarraram a um poste e crivado de flechas, cerca de 302-304, e do que o seu enterro nas catacumbas da Via Appia.

Segundo a tradição e Jacques de Voragine, Sebastião nasceu em Narbona, França, foi criado em Milão e alistou-se no Exército imperial em 283, em Roma, dissimulando a sua fé cristã. Diocleciano nomeou-o comandante da guarda pretoriana, posto de confiança que lhe permitiu reconfortar moralmente os seus irmãos condenados à morte. (…)

Se quer saber mais sobre a vida do mártir S. Sebastião, clique aqui.

Celebrações da Semana Santa em Constantim - Vila Real


Domingo de Ramos
Neste dia, designado como “Domingo de Ramos na Paixão”, celebramos a Entrada de Jesus em Jerusalém, aclamado como Messias e Filho de David e, ao mesmo tempo, o Início da sua Paixão. A partir deste Domingo, os cristãos iniciam as celebrações próprias da Semana Santa.

9h45 – Concentração na Rua de S. Frutuoso (junto ao tanque) e início da procissão em direcção à Igreja Paroquial.

Quinta-feira Santa

21h00 – Missa Vespertina da Ceia do Senhor, com “lava-pés”
Nesta Missa celebra-se a Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio e a proclamação do Mandamento Novo, segundo o qual toda a autoridade deve exercer o poder como um serviço. Daí o gesto do lava-pés.

Sexta-Feira Santa

10h00 – Via Sacra

17h00 – Adoração da Cruz

Domingo de Páscoa

14h30 - Anúncio da Ressurreição do Senhor através da visita às famílias da Paróquia.

Celebração da Eucaristia no final do "Compasso".