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Maio, mês de Maria e de todas as mães


Maio é o mês de Maria, Mãe de Jesus e de todas as mães
Maio é o mês de Maria, Mãe de Jesus e de todas as mães.

O Papa Francisco tem insistido na necessidade de se valorizar o papel das mães na Igreja e na sociedade, porque «uma sociedade sem mães seria desumana».

O Santo Padre sustenta que é importante «escutar» e «ajudar mais» as mulheres na sua vida quotidiana, para que «não sejam tentadas a desistir do papel de mãe».

«É preciso compreender mais a luta quotidiana para serem eficientes no trabalho e atentas e afectuosas na família, seria preciso perceber melhor as suas aspirações para exprimir os melhores e autênticos frutos da sua emancipação», apela o Papa, enaltecendo o «sacrifício, o testemunho da ternura, de compromisso e de força moral» das mulheres-mães.

Este mês ou em qualquer outro dia do ano, não te esqueças de homenagear a tua mãe. Agradece-lhe e retribuiu-lhe o amor que te tem dedicado. E contribui para que a sociedade, a família e a Igreja reconheçam o papel singular de todas as mães.
P. António Valério, sj.
Secretário Nacional do Apostolado da Oração.


Com o Papa Francisco ao encontro dos mais pobres

Este mês, o Papa Francisco convida-te a rezar por duas intenções muito actuais: rejeitar a cultura da indiferença, cuidando dos doentes e dos pobres, e pedir a intercessão de Maria para sermos capazes, como cristãos, de anunciar Jesus na nossa sociedade.

Estas intenções de oração do Papa coincidem num ponto: quem anuncia Jesus não pode viver a cultura da indiferença sem atraiçoar o Evangelho. E, por isso, se estás disposto a anunciar Jesus junto daqueles que te rodeiam, precisas de estar disponível para servir os doentes e os pobres, aqueles que a cultura da indiferença mais facilmente descarta.

Durante este mês, podes sempre usar o Click To Pray para te unires ao Papa Francisco em oração, rezando com ele cada dia por estas intenções e deixando que esta oração vá mudando o teu modo de viver a relação com os outros e o anúncio do Evangelho.


Praticar as obras de misericórdia

Reflectir e redescobrir as obras de misericórdia, corporais e espirituais. Esta é uma das propostas do Papa Francisco na Bula Misericordiae Vultus, que proclama o Jubileu da Misericórdia, a celebrar entre 8 de Dezembro deste ano e 20 de Novembro de 2016.

Quantas vezes, durante este Ano, vais dar de comer aos que têm fome e de beber aos que têm sede, vestir os nus, acolher os peregrinos, visitar os doentes e os presos e enterrar os mortos? E quantas vezes vais aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, corrigir os que erram, consolar os tristes, perdoar as injúrias, suportar com paciência as fraquezas do próximo e rezar a Deus por vivos e defuntos?

Que os apelos do Papa ecoem na tua vida. Que o Amor de Deus te inspire a dar passos de misericórdia concretos, na família, no local de estudo ou trabalho, na comunidade paroquial que integras, na relação com os teus amigos e conhecidos.

Fonte

"Quem dá aos pobres, empresta a Deus!"

" A Esmola "
Aguarela de Roque Gameiro
(Ilustração Portugueza, 20.04.1914)
 
“As obras de misericórdia são as acções caridosas pelas quais vamos em ajuda do nosso próximo, nas suas necessidades corporais e espirituais. Instruir, aconselhar, consolar, confortar, são obras de misericórdia espirituais, como perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporais consistem nomeadamente em dar de comer a quem tem fome, albergar quem não tem tecto, vestir os nus, visitar os doentes e os presos, sepultar os mortos. Entre estes gestos, a esmola dada aos pobres é um dos principais testemunhos da caridade fraterna e também uma prática de justiça que agrada a Deus:
 
«Quem tem duas túnicas reparta com quem não tem nenhuma, e quem tem mantimentos, faça a mesmo» (Lc 3, 11). «Dai antes de esmola do que possuis, e tudo para vós ficará limpo» (Lc 11, 41). «Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e precisarem de alimento quotidiano, e um de vós lhe disser: “Ide em paz; tratai de vos aquecer e de matar a fome”, mas não lhes der o que é necessário para o corpo, de que lhes aproveitará?» (Tg 2, 15-16)” (Catecismo da Igreja Católica, nº2447)