Mostrar mensagens com a etiqueta João Paulo II. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta João Paulo II. Mostrar todas as mensagens

Divina Misericórdia

João Paulo II deu ao segundo domingo de Páscoa o título “Domingo da Divina Misericórdia”. Os textos da Santa Missa e do Ofício divino continuam a ser os mesmos de antes, mas a devoção centrada neste atributo de Deus ganhou importância devido aos escritos de Santa Faustina, religiosa que viveu em Cracóvia, diocese da Polónia de que João Paulo II foi Pastor.

O Concílio Vaticano II recomenda que as devoções populares se harmonizem com a Liturgia e só teriam preferência sobre o domingo se forem de “máxima importância” (SC. 13 e 106).

A devoção à misericórdia divina é uma expressão do nosso reconhecimento pelo que o Senhor instituiu na tarde de Páscoa: “A quem perdoardes os pecados serão perdoados”.

A Irmã pediu que, nesse dia, se festejasse a misericórdia divina, petição corroborada por todos os bispos do País. O Papa, em 1995, concedeu-o á Polónia e, em 2000, à Igreja inteira.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «Não tema. Eu sou o Primeiro e o Último, que vive. Estive morto, mas eis-Me vivo pelos séculos dos séculos e tenho a chave da morte e da morada dos mortos». (Ap. 1, 17-19)

*****

É na cristã penitência,
Sacramento do perdão,
Onde todo o bom cristão
Vai lavar a consciência.

É o encontro acolhedor
De pessoa com pessoa
Entre Jesus que perdoa
E um contrito pecador.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 07.04.2013

Jornal "Avé Maria" - Nº 2608 (Semanário) - Vila Real - 1 de Maio de 2011


Beatificação de João Paulo II

Quanto morreu, em 2 de Abril de 2005, muitos pediram a sua canonização imediata – “Santo súbito!”. Bento XVI, dispensando dos cinco anos de espera exigidos, permitiu, em 9 de Maio, que o processo fosse logo iniciado. Quatro anos depois, a 19 de Dezembro, era promulgado o decreto sobre a heroicidade das suas virtudes e proclamado “venerável”.

O milagre exigido aconteceu com na freira francesa Maria Simon Pierre Normand, enfermeira, atingida pelo mal de Parkinson. No próprio dia em que pedia a exoneração de enfermeira, a Superiora aconselhou-a a recorrer a João Paulo II. As Irmãs já rezavam desde o mês de Maio. Nessa noite dormiu bem e, ao acordar (02.06.03), sentiu-se curada.

O reconhecimento do milagre foi publicado em 14 de Janeiro deste ano e marcada a beatificação para hoje [1 de Maio de 2011].

Temos, a partir de agora, a alegria de o poder venerar como Beato, o grande Pontífice João Paulo II.

*****

Diz a Sagrada Escritura:
«Cristo amou a Igreja e entregou-Se por Ela, para a santificar, purificando-a no Baptismo da água e pela palavra da vida, a fim de a apresentar a Si mesmo como Igreja gloriosa, sem mancha, nem ruga… mas santa e imaculada.» (Ef. 5, 25-27)

*****

Simão Pedro, irmão de André,
Tinha uma barca singela
E Jesus andava nela,
No Mar de Genezaré.

E Pedro sempre retoma
A barquinha que foi sua,
Quando um Papa o continua
No lugar que teve em Roma.

O Rosário

«O Rosário é a minha oração predilecta, oração maravilhosa! Maravilhosa na simplicidade e profundidade. De facto, sob o fundo constituído pelas palavras da “Avé–Maria” passam diante dos olhos da alma os principais episódios da vida de Jesus Cristo
João Paulo II


Os Mistérios do Rosário

Mistérios Gozosos (Segundas-Feiras e Sábados)
1.º A Anunciação do Senhor
2.º A Visitação de Nossa Senhora a Santa Isabel
3.º O Nascimento do Menino Jesus no Presépio de Belém
4.º A Apresentação do Menino Jesus no Templo e a Purificação de Nossa Senhora
5.º A perca e o encontro do Menino Jesus no Templo entre os Doutores

Mistérios Luminosos (Quintas-Feiras)
1.º O Baptismo de Nosso Senhor no Jordão por João Baptista
2.º A a autorevelação do Senhor nas Bodas de Caná
3.º O anúncio do Reino de Deus e o convite à conversão
4.º A Transfiguração do Senhor
5.º A Última Ceia e a instituição da Eucaristia

Mistérios Dolorosos (Terças-Feiras e Sextas-Feiras)
1.º A Agonia de Nosso Senhor no Jardim das Oliveiras
2.º A Flagelação de Nosso Senhor no Pretório de Pilatos
3.º A coroação de espinhos de Nosso Senhor
4.º Nosso Senhor carrega a Cruz a caminho do Calvário
5.º A Crucifixão e Morte de Nosso Senhor

Mistérios Gloriosos (Domingos e Quartas-Feiras)
1.º A Ressurreição do Senhor
2.º A Ascensão do Senhor
3.º A descida do Espírito Santo sobre Nossa Senhora e os Apóstolos reunidos em oração no Cenáculo
4.º A Assunção de Nossa Senhora ao Céu em corpo e alma
5.º A Coroação de Nossa Senhora como Rainha do Céu e da Terra

Catequese, tarefa primordial da Igreja

«A catequese foi sempre considerada pela Igreja como uma das suas tarefas primordiais, porque Cristo ressuscitado, antes de voltar para o Pai, deu aos Apóstolos uma última ordem: fazer discípulos de todas as nações e ensinar-lhes a observar tudo aquilo que lhes tinha mandado. Deste modo lhes confiava Cristo a missão e o poder de anunciar aos homens aquilo que eles próprios tinham ouvido do Verbo da Vida, visto com os seus olhos, contemplado e tocado com as suas mãos. Ao mesmo tempo, confiava-lhes ainda a missão e o poder de explicar com autoridade aquilo que Ele lhes tinha ensinado, as suas palavras e os seus actos, os seus sinais e os seus mandamentos. E dava-lhes o Espírito Santo, para realizar tal missão
Exortação Apostólica "Catechesi Tradendae" - Papa João Paulo II

"A minha doutrina não é minha..."

Ao iniciarmos mais um ano catequético, importa termos bem presentes, para reflexão pessoal e de grupo, as palavras de João Paulo II:
“A preocupação constante de todo o catequista, seja qual for o nível das suas responsabilidades na Igreja, deve ser a de fazer passar, através do seu ensino e do seu modo de comportar-se, a doutrina e a vida de Jesus Cristo. Assim, há-de procurar que a atenção e a adesão da inteligência e do coração daqueles que catequiza não se detenha em si mesmo, nas suas opiniões e atitudes pessoais; e sobretudo não há-de procurar inculcar as suas opiniões e opções pessoais, como se elas exprimissem a doutrina e as lições de vida de Jesus Cristo. Todos os catequistas deveriam poder aplicar a si próprios a misteriosa palavra de Jesus: «A minha doutrina não é minha, mas d’Aquele que me enviou».” (CT 6)