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Grupo da Catequese Paroquial de Constantim apresentou Auto de Natal

No passado dia 21 de Dezembro, o Grupo da Catequese Paroquial de Constantim participou no espaço de animação do Almoço-convívio de Natal do Centro Social e Paroquial de Constantim, tendo apresentado um Auto de Natal.

Apresentamos aqui fotos desta iniciativa, tiradas pelo sr. Jaime Ledo e cedidas pelo Sr. Jaime Rodrigues, responsável pelo blogue: http://constantim.wordpress.com.

Aos dois o nosso muito obrigado!
 
Santo e feliz Natal para todos os que visitam o nosso blogue.

O estábulo 
O arauto anuncia  a decisão do imperador:
todos devem ir recensear-se
à cidade de origem da respectiva família.
 
Maria e José chegam a Belém, e procuram guarida.
 
Depois do Deus-Menino nascer,
Maria e José adoram-n'O em silêncio.
 
Catequistas e catequizandos cantam "Noite Feliz"
 
Os anjos descem à terra
para anunciar o nascimento do Salvador
 
Os pastores conversam entre si
e decidem o que levar ao Menino a à Sua Mãe.
 
Chegados a Belém, e depois de entregarem
os seus presentes,
os pastores adoram o Menino Jesus.
 
O grupo canta a deseja "A todos um bom Natal"!
 

Santo Natal

Presépio
Mais uma vez celebramos o Natal do Senhor.

O sentimento dominante na nossa sociedade parece-me ser o de um invencível cansaço. Nenhuma mudança ou inovação se anuncia no horizonte: os fortes continuam a oprimir os fracos que aspiram a ser fortes para, por sua vez, os oprimirem também; os ódios, intolerâncias, egoísmos, guerras… continuam a imperar. Apetece perguntar ao Menino do presépio: “És Tu Aquele que vem ou devemos esperar outro”?

Nós, cristãos, mostramo-nos vezes de mais como pessoas que recordam: há 2000 anos… na mais extrema pobreza… numa gruta de animais em Belém nasceu o Salvador do mundo.

Mas mais importante que recordar, é que Jesus seja hoje salvação e libertação de tudo o que escraviza, vitória sobre todas as formas de opressão.

Santo Natal!... “Eis que nos anuncio uma grande alegria, e esta grande alegria é para todo o povo” (Lc 2, 10).

*****

Diz a Sagrada Escritura: «De ti, Belém-Efratá, pequena entre as cidades de Judá, de ti sairá aquele que há-de reinar sobre Israel». (Miq. 5, 1)

*****

Quem só pensa num Natal
Em paz, sem fome nem frio,
Talvez não proceda mal,
Mas tem um Natal vazio.

Para que o Natal não seja
Mais um dia sem valor,
Junta-te aos irmãos na igreja
E ajuda alguém sofredor.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 23.12.2012
Fonte da imagem

Vivência cristã do tempo do calendário

O tempo divide-se em anos. [A história dos calendários, ao longo dos tempos]

Podia ser de outro modo? É a natureza que assim indica, por uma volta inteira da Terra à roda do Sol.

E tantas influências tem no clima, nas culturas, na vida humana: tudo recomeça e tudo se repete de maneira aproximada, em cada no!

A vida de relações com Deus, enquanto estamos no mundo, vive-se muito articulada com a divisão do tempo. Há, assim, uma forma de viver cristãmente o ano, é a celebração litúrgica do ano.

A Páscoa

O centro e coração da celebração anual é a PÁSCOA, na Primavera.

Por ela, cada cristão, revive a Páscoa de Cristo, para se apropriar da redenção que ela nos mereceu.

Coincide com a Primavera, que é a ressurreição da natureza.

Gregório Lopes, Ressurreição de Cristo, 1539-1541
Museu Nacional de Arte Antiga
 O Natal

Como preparação da Páscoa, o cristão celebra o NATAL que é a entrada de Deus no mundo dos homens, a iniciar a salvação dos homens.

É o princípio do ano cristão, um pouco antes do que se costuma considerar o princípio do ano civil.

Coincide com o Inverno, em que tudo se prepara no silêncio.

Joaquim António de Macedo, Barros Laborão (Joaquim José de Barros),
António Pinto (pintura),
Presépio dos Marqueses de Belas, c.1806, barro, madeira e cortiça
 O Pentecostes

O Pentecostes é o ponto culminante da Páscoa, em que o Espírito Santo começa a comunicar aos homens o fruto da Páscoa.

Corresponde ao princípio do Verão em que começam a aparecer os frutos da terra, o resultado do trabalho na escolas…


Pentecostes (Retábulo da Igreja da Madre de Deus)
Mestre de 1515 [Jorge Afonso ?] / Portuguesa
Pintura a óleo sobre madeira de carvalho

O Tempo Comum

O Tempo Comum, que resta até nova preparação do Natal, é o nosso tempo, para amadurecermos em nós os frutos da salvação, exercer e inserir mais profundamente a acção de Cristo em todas as zonas da nossa vida; é toda a nossa existência a tomar a direcção, o sentido de Cristo. É o Outono da maturação e das colheitas.

É neste tempo que melhor se enquadra a memória dos Santos, pioneiros e modelos para nós de bom aproveitamento na escola-oficina dos mistérios de Cristo.

[ Não nos podemos esquecer, também, do Advento e da Quaresma… ]

*****

É deste modo que o tempo de um ano tem para nós significação religiosa.

O cristão não foge do tempo; não espera que o tempo passa; não mata o tempo. Mas vive no tempo os valores eternos: enxerta no tempo a eternidade.

Texto: Almanaque Popular (2005)

O Nascimento de Jesus

Natividade (c. 1650-60). Josefa de Óbidos (1630 –1684).
Óleo sobre cobre. (21 x 16 cm). Colecção particular, Porto.
Depois da Páscoa, a “Igreja tem como mais venerável a celebração do nascimento do Senhor e as suas primeiras manifestações: é o que faz no tempo de Natal”. Preparado pelas quatro semanas do Advento e prolongado até ao Batismo do Senhor, celebramo-lo a 25 de Dezembro.

Foi no séc. IV que em Roma se começou a celebrar o Natal do Senhor substituindo a festa pagã do “sol invicto” que começava a vencer o inverno e a noite. Jesus Cristo, Sol que vem das alturas, substituiu essa festa pagã.

A escolha dessa data poderia também estar relacionada com o espaço dos nove meses entre ela e o dia 25 de Março, dia que coincidia, segundo a tradição, com o começo do mundo, a concepção de Jesus e a sua morte.

Mais que um aniversário, o Natal celebra o nascimento do Filho de Deus que, no “hoje da salvação”, se faz Deus connosco.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «O Verbo fez-Se homem e veio habitar connosco. E nós contemplámos a sua glória, glória que possui como Filho Unigénito do Pai». (Jo. 1, 16-17)

*****

E, por isso, a Providência
Fez com que Augusto mandasse
Que tudo se recenseasse
Nas terras de proveniência.

Na importante conjuntura,
Augusto nunca pensou
Que o édito que mandou
Vinha cumprir a Escritura.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 25 de Dezembro de 2011

Um presépio hoje

Presépio do convento do Santíssimo Coração de Jesus
(hoje na Basílica da Estrela)

Maquineta Adoração dos Reis Magos
Joaquim Machado de Castro (1731-1822) Século XVIII, 1782-1784
Um presépio não pode limitar-se a critérios artísticos fixos, antes, pela sua universalidade e simbolismo, há-de aceitar inovações que possam atualizar o mistério antigo e sempre novo. O que aconteceu há dois mil anos, acontece hoje: crianças que nascem na maior pobreza, pastores beneméritos que as acolhem, governantes que preferem eliminar os não desejados, famílias obrigadas a emigrar à procura de melhores condições, estrangeiros que acolhem… a história do Natal de Jesus é sempre atual.

Porque não fazer um presépio contemporâneo? A gruta debaixo de uma ponte, pode recordar que Jesus foi um “sem teto”, um barco carregado de migrantes que procuram a Europa ou multidões a fugirem às guerras ou á estiagem, corresponde bem à fuga para o Egito… Atualizar os relatos do Nascimento de Cristo faz-nos tomar consciência de que Jesus continua a incarnar ao nosso lado e espera o nosso apoio.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «O Filho de Deus fez-Se homem e veio habitar no meio de nós. Nós vimos a sua glória, glória que Lhe pertence por ser o Filho único de Deus Pai». (Mt. 3, 16-17)

*****

A Vigem e São José
Viviam numa casinha,
Que dos avós lhes provinha,
Na aldeia de Nazaré.

Tudo lhes corria bem;
Mas, segundo a profecia,
O Salvador nasceria
Na cidade de Belém.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário), Vila Real, 18 de Dezembro de 2011

Coroa do Advento

As tradições do Advento falam-nos de expetativa e desenrolam-se por etapas. Uma das mais conhecidas, hoje, é a de acender quatro velas sobre uma “coroa” nas igrejas ou nas casas. É um costume que nos leva aos luteranos alemães do séc. XVI mas que se espalhou rapidamente por toda a parte e lhe foi atribuído simbolismo cristão.

Quando a luz do dia diminui e a noite cresce, celebrava-se na Alemanha a festa da luz, festa certamente de origem pagã. Com o movimento litúrgico de 1950, a Coroa do Advento ganhou o mundo católico.

Pode ter uma forma qualquer, é feita de folhas persistentes, colocada sobre uma mesa ou suspensa do teto e comporta quatro velas, uma para cada semana do Advento. O simbolismo está mais na luz, nas folhas persistentes e na progressão… A nova luz que se acende em cada domingo… devia corresponder a tornarmo-nos luz mais viva de Cristo.

*****
Diz a Sagrada Escritura: «Uma voz clama no deserto: “Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas”». (Mc. 1, 3)

*****

Tudo à volta já se apresta
Para a quietude do Advento:
Pára todo o crescimento
E a folha cai na floresta.

E o homem fuja do mal,
Da ambição e da impostura,
Que só gente de alma pura
Tem verdadeiro Natal.

In Jornal "Avé Maria" (Semanário) - Vila Real, 4 de Dezembro de 2011

Jornal "Avé Maria" - Nº 2590 (Semanário) - Vila Real - 25 de Dezembro de 2010


É NATAL

Celebramos hoje [ontem] o Natal. Deus fez-se Homem, e esta criança jamais acabará de nascer no coração dos homens com um convite ao amor verdadeiro.

O ambiente de "pai-natal" desde há muito nos envolvia: iluminações, montras a abarrotar de presentes de cuja utilidade real duvidamos, e que foram comprados e oferecidos em abundância.

Nada tenho contra a festa nem contra o prazer de oferecer e de receber, dentro do razoável e como expressão de afecto. Existe, porém, o risco de derrapagem: o presente esconde o vazio de sentimentos e o ruído fazer esquecer o porquê da celebração.

É notória a distância entre a humildade e intimidade da mensagem do presépio e a imagem dada pela sociedade de consumo, dominada pelas aparências e sem disposição para escutar o que o Menino de Belém nos quer dizer.

Façamos silêncio em nós e poderemos cantar com alegria: "Um Salvador nos foi dado, um Filho nos nasceu".

*****
Diz a Sagrada Escritura:

«Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados». (Lc. 2,14)

*****

Quem só pensa num Natal
Em paz, sem fome nem frio,
Talvez não proceda mal,
Mas tem um Natal vazio.


Para que o Natal não seja
Mais um dia sem valor,

Junta-te aos irmãos na igreja
E ajuda alguém sofredor.

NATAL!


Nasce mais uma vez,
Menino Deus!
Não faltes, que me faltas
Neste inverno gelado.
Nasce nu e sagrado
No meu poema,
Se não tens outro presépio
Mais agasalhado.

Nasce e fica comigo
Secretamente,
Até que eu, infiel, te denuncie
Aos Herodes do mundo.
Até que eu, incapaz
De me calar,
Devasse os versos e destrua a paz
Que agora sinto, só de te sonhar.

Miguel Torga
Coimbra, 24 de Dezembro de 1987

Missa do Natal do Senhor - 25 de Dezembro de 2010

SÁBADO - NATAL DO SENHOR - 25 de Dezembro de 2010

Missa do Dia

Depois de nos ter apresentado o Salvador revestido da nossa natureza humana, para a fazer Sua e nos salvar, a Igreja, nesta Missa, insistindo sobre a geração eterna do Filho único e bem-amado do Pai (2.ª leitura e Evangelho), proclama a sua fé na Divindade de Cristo.

Aquele que contemplamos reclinado num presépio, é, na verdade, o Verbo, a Palavra viva, em que todo o pensamento, toda a vida e todo o ser de Deus se exprimem. Gerado desde toda a eternidade, Ele é, com o Pai, criador, e senhor do universo. E a salvação, esperada por Israel e por todos os homens, embora, por vezes de modo confuso, consiste precisamente em o Verbo Se ter feito Carne, permitindo assim à humanidade estabelecer relações filiais com Deus.

Esta é a Boa Notícia (1.ª leitura), que deve ser levada até aos confins da terra: Deus, através de Jesus Cristo, vem ao encontro dos homens de todos tempos e lugares.

Leitura I - Is 52, 7-10
Todos os confins da Terra verão a Salvação do nosso Deus

Salmo Responsorial - Salmo 97 (98), 1.2-3ab.3cd-4.5-6 (R. 3c)
Refrão: Todos os confins da terra
viram a salvação do nosso Deus. Repete-se

Leitura II - Hebr 1, 1-6
«Deus falou-nos por seu Filho»

Aleluia
Refrão: Aleluia. Repete-se

Evangelho – Forma longa Jo 1, 1-18
«O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós»
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Missa da Noite

Se não há paz, alegria e felicidade para os homens de hoje é porque lhes falta a humildade dos pastores para reconhecerem o Salvador. Cheios de preconceitos põem a sua esperança no poder, no dinheiro, no prazer e na glória, como se essas coisas fossem o caminho da felicidade...

«A nossa esperança é ALGUÉM. A nossa esperança é Cristo... Ele fez-Se Carne. Cristo, inserindo-se, plenamente, na natureza humana, quis mudar o mundo para salvá-lo. E nós seremos seus discípulos na medida em que a nossa esperança se confundir com a Sua, que era a de transformar o mundo» (Mauriac).

Leitura I - Is 9, 2-7 (1-6)
«Um Filho nos foi dado»

Salmo Responsorial - Salmo 95 (96), 1-2a.2b-3.11-12.13
Refrão: Hoje nasceu o nosso salvador,
Jesus Cristo, Senhor. Repete-se

Leitura II - Tito 2, 11-14
«Manifestou-se a graça de Deus para todos os homens»

Aleluia - Lc 2, 10-11
Refrão: Aleluia. Repete-se

Evangelho - Lc 2, 1-14
«Nasceu-vos hoje um Salvador»
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Missa da Aurora

Na Missa da Noite, a Igreja apresentou-nos o seu Cristo – o Verbo eterno, o dominador, porém, em carne, habitando entre nós, no meio do Seu povo. E nós contemplámos a sua glória e a Sua humilhação, ao mesmo tempo que, unidos aos anjos e a todos os homens, demos graças a Deus pela paz, que nos ofereceu em Cristo.

Agora a liturgia, inundada pela luz da nova aurora, que desponta para o mundo, descreve-nos os efeitos do Nascimento do Salvador para a humanidade de todos os tempos.

O Natal não é um acontecimento passado. Através da Igreja, o mistério do Natal conserva toda a sua actualidade. N'Ela, todos os homens são chamados a receber de Jesus a vida divina, «tornando-se filhos no Filho único».

Leitura I - Is 62, 11-12
«Eis que vem o teu Salvador»

Salmo Responsorial - Salmo 96 (97), 1 e 6.11-12
Refrão: Hoje sobre nós resplandece uma luz:
nasceu o Senhor. Repete-se

Leitura II - Tito 3, 4-7
«Salvou-nos pela sua misericórdia»

Aleluia - Lc 2, 14
Refrão: Aleluia. Repete-se

Evangelho - Lc 2, 15-20
«Os pastores encontraram Maria, José e o Menino»

Oração para a benção da Ceia de Natal

Senhor, reunimo-nos hoje aqui para cear,
porque numa noite como esta, há muito tempo,
quiseste ser uma criança com nome e apelidos
entre as crianças mais pobres da Terra.

Abençoa a nossa mesa. Ao menos por uma noite,
gostaríamos que o Mundo fosse uma grande Família:
sem guerras, sem miséria, sem drogas e sem fome,

com um pouco mais de música e muito mais justiça.
Que ao menos esta casa, Jesus recém-nascido,
acolha a Tua palavra de amor e perdão.

Conserva-nos unidos. Dá-nos pão e trabalho
durante todo o ano. Dá-nos força e ternura
para sermos pessoas úteis que lutem por um Mundo
onde haja dias bons e muitas coisas boas
como esta em que quiseste nascer entre nós.

Senhor, Tu serás bem-vindo a esta casa,
até que um dia nos reunas na Tua.

Joseph Oriol

A derradeira prenda do Menino Jesus

O Natal está a chegar, e com ele toda a azáfama na compra das prendas para os familiares e amigos.

Antes dos publicitários da Coca-cola terem transformado S. Nicolau no Pai Natal que hoje conhecemos, era o Menino Jesus que calcorreava o mundo inteiro e punha as prendinhas nos sapatinhos de todas as pessoas (só nos que se tinham portado bem durante o ano). Por isso, nunca é por demais recordar...

A derradeira Prenda do Menino Jesus
(Quando ainda não havia Pai Natal)

O Menino Jesus, já cansadinho
De tanto andar por cima dos telhados,
Descalçou os sapatos apertados
- Eram novos - e pô-los no caminho.


Nisto, sentiu ruído ali pertinho...
Trepou à chaminé com mil cuidados,
E que viu? Dois tamancos esburacados
E, ao pé deles, rezando, um petizinho.


O Menino Jesus que fez então?
Sem ter nenhum brinquedo ali à mão,
Desses que tanto agradam aos garotos,


Troca os sapatos pelos do petiz,
E depois, vai ao céu mostrar, feliz,
À Virgem Mãe os tamanquinhos rotos.


Simões Müller

Menino à janela

Não é iniciativa oficial da Igreja nem de Espanha nem de Portugal. A ideia surgiu entre nós no Facebook. E propõe uma operação simples: colocar na janela ou na varanda um pequeno estandarte vermelho com a imagem do Menino Jesus. Apenas isso, na época do Natal. Para dar visibilidade ao Menino de Belém que anda substituído por tantos símbolos que nada são e nada dizem a não ser que há abundância de quinquilharias à venda em esquina próxima.

Ler na íntegra o artigo do Cónego António Rego, aqui