Celebrações da Semana Santa em Constantim - Vila Real


Domingo de Ramos
Neste dia, designado como “Domingo de Ramos na Paixão”, celebramos a Entrada de Jesus em Jerusalém, aclamado como Messias e Filho de David e, ao mesmo tempo, o Início da sua Paixão. A partir deste Domingo, os cristãos iniciam as celebrações próprias da Semana Santa.

9h45 – Concentração na Rua de S. Frutuoso (junto ao tanque) e início da procissão em direcção à Igreja Paroquial.

Quinta-feira Santa

21h00 – Missa Vespertina da Ceia do Senhor, com “lava-pés”
Nesta Missa celebra-se a Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio e a proclamação do Mandamento Novo, segundo o qual toda a autoridade deve exercer o poder como um serviço. Daí o gesto do lava-pés.

Sexta-Feira Santa

10h00 – Via Sacra

17h00 – Adoração da Cruz

Domingo de Páscoa

14h30 - Anúncio da Ressurreição do Senhor através da visita às famílias da Paróquia.

Celebração da Eucaristia no final do "Compasso".

Celebrações Penitenciais

Ao longo da Quaresma multiplicam-se as celebrações penitenciais, de todo o género: comunitárias com a acusação e absolvição individuais, preparadas ao longo de encontros e, no dia e hora determinados, cada penitente se aproxima do confessor… Não há Quaresma bem vivida, nem Páscoa, sem a celebração do sacramento da confissão ou reconciliação. Nem católico consciente que o não receba.

O pecado desumaniza, é experiência de desordem, de destruição da nossa dignidade, de solidão, de tristeza. Onde Deus não está não existe alegria. Embora humano e universal, para quem tem fé, ele não é o indicador da identidade humana.

As experiências do bem e do pecado encontram-se em nós, no nosso íntimo: ou somos bons ou pecadores. Por dom de Deus, porém, estamos chamados a ser, graças à obra salvadora de Cristo, filhos de Deus e irmãos de Jesus… e é no sacramento do perdão, depois de cairmos na situação de pecado, que isso se realiza.

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Diz a Sagrada Escritura: «Foi Deus Quem reconciliou o mundo consigo, em Cristo, não imputando aos homens os seus pecados, e pondo em nós a palavra de reconciliação…» (IICor. 5, 19)

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Se queres ter alegria,
Põe em prática a ciência
De viver em harmonia
Com a tua consciência.

Todo o cristão deve crer
Que o evangelho é força e luz,
Só pelo fato de ser
A palavra de Jesus.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – 25.03.2012

Quaresma, tempo de conversão

A nossa caminhada quaresmal não pode contentar-se com formalidades nem como o pouco mais ou menos… há-de atingir-nos no mais profundo de nós mesmos, levar-nos à conversão. Converter-nos é “morrer com Cristo para com Ele ressuscitarmos”.

A conversão autêntica, por isso, faz doer, implica cortar, deixar, mudar, reformar… o que sempre doer. Se o não faz… é porque ainda “não pusemos o dedo na chaga” e ainda continuamos nas formalidades e nos atos exteriores que nada têm a ver com o nosso íntimo. É mais fácil darmos uma esmola, deixarmos de tomar um cálice… do que evitarmos seriamente uma ocasião de pecado, fazer guerra ao egoísmo… Não, nesse caso, a Quaresma ainda não atingiu a raiz da nossa personalidade, nem nos conferirá o direito de tocar as campainhas da Páscoa.

Celebrar a Quaresma é vermo-nos ao espelho de Cristo e encararmo-nos à luz das suas exigências. Não nos deixará ficar na superficialidade.

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Diz a Sagrada Escritura: «O jejum que me agrada é este: libertar os que foram presos injustamente… repartir o pão com os esfomeados… dar abrigo… vestir os nus e não desprezar o teu irmão…» (Is. 58, 6-7)

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O linho, para ser linho,
Sofre tantas provas duras!
Mas, depois dessas torturas,
Vai aos altares, branquinho.

Irmão que me lês, tem calma,
Se és desprezado ou doente,
Porque a dor é o detergente
Que branqueia a tua alma.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – 18.03.2012

Confissão, para quê?

Jesus veio para perdoar e curar. Ao longo da sua vida perdoou às mais variadas pessoas e, na Cruz, perdoou aos que O matavam: "Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem”…

Quis que o Seu perdão estivesse sempre na Igreja, em benefício de todos. Um dia disse aos Apóstolos: “Tudo o que ligardes na terra, será ligado nos céus; tudo o que desligardes na terra, será desligado nos céus” (Mt. 18, 18). No dia de Páscoa, dir-lhe-á: “A quem perdoardes os pecados os pecados serão perdoados…”. Confiou-lhes, assim, a tarefa de continuar a perdoar e a reconciliar em seu nome pois de cada vez que se celebra devidamente este Sacramento, Ele mesmo o retifica junto do Pai.

Foi assim que os Apóstolos compreenderam e praticaram. Ainda hoje a Igreja continua a perdoar através do Sacramento do Perdão. Bem vivido, é fonte de alegria e paz. Vale a pena experimentar.

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Diz a Sagrada Escritura: «Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ficarão retidos». (Jo. 20, 22)

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É na cristã penitência
Sacramento do perdão,
Onde todo o bom cristão
Vai lavar a consciência.

É o encontro acolhedor
De pessoa com pessoa
Entre Jesus, que perdoa,
E um contrito pecador.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário), 11.03.2012

São condições indispensáveis para se realizar uma boa e frutuosa confissão:

1.- Exame da própria consciência.
2.- Arrependimento real dos pecados cometidos.
3.- Propósito sincero de conversão, de mudança de vida, de abandono do pecado.
4.- Confissão dos próprios pecados ao sacerdote que, nesse acto, age na pessoa de Cristo e representa a Igreja, que perdoa. O padre dá uma penitência como demonstração de alegria pelo perdão, e disposição para uma vida nova.
5.- Absolvição, perdão dos pecados.
Fonte

O silêncio dos atos litúrgicos

A participação nas celebrações litúrgicas, como o Senhor disse a Moisés, exige que descalcemos os sapatos porque a terra que pisamos é sagrada. Exige silêncio.

Fazer o silêncio não é apenas eliminar o ruído exterior. Se queremos fazer verdadeira experiência de Deus e participar nos atos comunitários da fé… é indispensável o silêncio exterior mas também o interior, evitar tudo o que nos possa distrair e calar a nossa imaginação, para escutarmos a Palavra de Deus, a interiorizarmos e, depois, a levarmos para o concreto do nosso dia-a-dia.

Se descuidarmos o silêncio nas celebrações, não é possível o encontro com Deus: «Moisés e os sacerdotes levíticos falaram assim: “Cala-te e escuta, ó Israel”» (Dt. 27,9).

Cala-te e escuta”. Duas palavras que indicam outras atitudes dos crentes. Fiel é aquele que se cala, escuta, obedece e, depois, procura pôr em prática a Palavra de Deus.

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Diz a Sagrada Escritura: «Guardai-vos de fazer as vossas boas obras diante dos homens, para vos tornardes notados por eles; de outro modo, não tereis nenhuma recompensa do vosso Pai que está nos Céus(Mt. 6)

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Todo o cristão deve crer
Que o Evangelho é força e luz,
Só pelo facto de ser
A Palavra de Jesus.

Sendo assim, é evidente
Que, se a Palavra nos fala,
A Vida estará presente
Em quem souber escutá-La.

In Jornal “AVÉ MARIA” (Semanário) - Vila Real, 04.03.2012

Intenções do Papa – Março 2012

Geral: A fim de que seja adequadamente reconhecido em todo o mundo o contributo das mulheres para o progresso da sociedade.


Missionária: Para que o Espírito Santo conceda perseverança a quantos, particularmente na Ásia, são discriminados, perseguidos e condenados à morte por causa do nome de Cristo.

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