O "Decálogo" do Acólito

O "Decálogo" do Acólito

O acólito serve o altar, acompanha o celebrante, canta, reza, participa ativamente. Ele desempenha um ministério (serviço) muito importante durante as celebrações litúrgicas.

Portanto, para se ser acólito é necessário, fundamentalmente:

1.- Acreditar em Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, e na Boa Nova que Ele nos trouxe, testemunhando-O em todos os lugares onde estiver;

2.- Ter vontade de ajudar, de servir os outros, segundo o exemplo de Jesus que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por todos” (Mc.10, 45);

3.- Querer conhecer cada vez melhor e viver de acordo com a doutrina (os ensinamentos) da Igreja Católica Apostólica Romana;

4.- Dedicar-se à leitura e ao estudo da Bíblia (Palavra de Deus) e da Liturgia, com empenho e vontade de melhorar, cada vez mais, o seu serviço ao altar;

5.- Rezar, sozinho, em família e com os outros elementos do Grupo de Acólitos;

6.- Fazer um sério e contínuo discernimento vocacional, sendo verdadeiro nas opções que decidir tomar;

7.- Ter sentido de responsabilidade e disponibilidade para, em espírito de serviço, exercer as funções que lhe forem confiadas em cada celebração litúrgica, e não ficar triste quando tal não acontecer;

8.- Saber estar atento e perceber as necessidades da comunidade eclesial, partilhando as suas ideias com o pároco;

9.- Participar nas missas dominicais e/ou vespertinas, nas missas festivas da comunidade e nos feriados religiosos;

10.- Participar em encontros periódicos de formação e em retiros, assim como, sempre que possível, em celebrações litúrgicas e outras actividades a nível local, diocesano e nacional;

A Revelação de Deus


Lendo a Palavra de Deus na Bíblia, rezando-a a interpretando-a em Igreja, entramos na Revelação. Hoje, para nós, esta concepção é natural mas antes do Concílio não era assim tão clara. Os Protestantes proclamavam e proclamam ainda que “Só a Escritura”, isto é, só na Escritura ou Bíblia, e em mais lugar algum, temos acesso à Palavra de Deus. A Igreja endureceu também a sua posição apontado para duas fontes – A Sagrada Escritura e a Tradição.

O Vaticano II apresenta a Escritura como única fonte da Revelação mas dá lugar à Tradição da Igreja. A Palavra de Deus antes de ser escrita foi pregada, vivida pelas comunidades crentes. A Bíblia não é um texto desligado da vida dos crentes: torna-se Palavra de Deus quando é proclamada, meditada e vivida em Igreja.

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Diz a Sagrada Escritura: «Pai, manifestei o Teu Nome aos homens… Transmiti-lhes as palavras que Tu Me deste, e eles aceitaram-nas; reconheceram que saí de Ti e creram que Tu Me enviaste.» (Jo. 17, 6-8)

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O cristão que não pratica
O essencial do cristianismo
De novo Deus crucifica
Ao zombar do seu baptismo.

Sendo assim, é evidente
Que, se a Palavra nos fala,
A Vida estará presente
Em quem souber escutá-La.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 30.06.2013

Intenções do Papa - Julho de 2013


Deus revela-se...

Não fomos nós que descobrimos Deus ou inventamos a sua Palavra. Ele é que tomou a iniciativa de Se dar a conhecer e Se revelar. “Aprouve a Deus, na sua bondade e sabedoria, revelar-se a Si mesmo e dar a conhecer os mistérios da sua vontade. (…) Em virtude desta revelação, Deus invisível, na riqueza do seu amor fala aos homens como amigos e convive com eles para os convidar e admitir à comunhão com Ele” (DV. 2)

A revelação não é uma doutrina, nem conjunto de fórmulas a saber, é Deus que se torna presente no meio de nós e nos dirige a sua Palavra, uma Palavra, feita de palavras, - Jesus Cristo – o Verbo (Palavra) de Deus que Se fez Homem. Cada uma das suas palavras, gestos, atos, nos revelam que é Deus: “Quem Me vê, vê o Pai” (Jo. 14, 9)

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Diz a Sagrada Escritura: «Por revelação, foi-me dado a conhecer o mistério de Cristo. Desconhecido das gerações passadas, foi agora revelado pelo Espírito Santo aos seus santos Apóstolos e Profetas». (Ef.3, 3-5)

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As mais santas criaturas,
Deram sempre estes conselhos;
Estudem-se as escrituras,
Sobretudo os Evangelhos.

Todo o cristão deve crer
Que o Evangelho é força e luz,
Só pelo facto de ser
A palavra de Jesus.

In Jornal “Avé Maria” (Semanário) – Vila Real, 23.06.2013

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