Dia da Diocese 2015 - Informações gerais


Dia da Diocese 2015 – Valpaços – 31 de Maio
Carta geral

Aos Párocos da Diocese de Vila Real | Aos Institutos Religiosos e Missionários | Aos Movimentos de Apostolado Laical | Aos Secretariados Diocesanos de Evangelização

 
Assunto: Dia da Diocese 2015 – Valpaços – 31 de Maio

Com as minhas cordiais e fraternas saudações.

Venho pedir o favor de divulgarem o Programa do Dia da Diocese 2015, que iremos celebrar na cidade de Valpaços, no próximo dia 3l do corrente mês de Maio, e, partindo do princípio de que o Horário Geral do Dia é do conhecimento de todos – está no cartaz, já enviei por mail e vou reenviar! – gostaria de lembrar o seguinte:

1. Participação nos Grupos de Trabalho Workshops

As Pessoas que forem de manhã, para participarem na Conferência e nos trabalhos de grupos, façam um esforço para estarem lá até às 09.30h! Vai uma folha onde estão descritos os 4 Grupos de Trabalho. Se for possível, peço aos colegas párocos que aconselhem as pessoas a participar em determinado Workshop, aquele que mais se ajustar às funções de cada um nas respectivas Comunidades.

A Conferência será no Centro Cultural. Para os trabalhos de Grupo, as Pessoas serão conduzidas pelos Escuteiros, que levarão à frente uma Bandeira com a respectiva cor atribuída ao Grupo – ver lista dos Workshops!

2. Bandeiras / Estandartes das Paróquias

Peço o favor de não esquecerem as Bandeiras/Estandartes das respectivas Paróquias.

Entre as 15h e as 15h15, devem estar junto da Casa do Vinho, de onde sairá o Cortejo Litúrgico, para a Celebração da Eucaristia de Encerramento, que será no Jardim Público, junto do edifício da Câmara Municipal.

Peço ainda o favor de terem o cuidado de cada Porta-Estandarte vista uma Opa adequada, que ajuda a dignificar a função litúrgica.

3. Padres Responsáveis dos vários sectores

Para facilitar o trabalho de Organização, alguns dos nossos Colegas de Valpaços assumem funções específicas, a saber: LITURGIA – Padre Ivo; CÂNTICOS – Padre Leonel; PROCISSÃO – Padre Jorge Fernandes; ALMOÇO – Padre Alberto da Eira e Padre Leonel.

4. Estacionamento dos autocarros

Os autocarros devem estacionar no Largo em frente ao Hospital. Os Escuteiros conduzirão as Pessoas ao lugar do Encontro – Centro Cultural de Valpaços!

Abraço fraterno e bem hajam pela comunhão!

Padre Manuel Machado

DISTRIBUIÇÃO DOS WORKSHOPS – TRABALHOS DE GRUPOS
(após Conferência)

1. CONSTITUIR FAMÍLIA/PERSEVERAR EM FAMÍLIA – COR AZUL

Secretariado Diocesano da Família, Centro de Preparação do Matrimónio (CPM), Equipas de Casais de Nossa Senhora, Casais de Santa Maria, Neo-Catecumenais, Cursilhos de Cristandade, Acção Católica Rural, Prof. José Carlos Gomes da Costa. COORDENAÇÃO – CPM, CURSILHOS, CASAIS DE NOSSA SENHORA

2. FAMÍLIA EM ORAÇÃO E MISSÃO – COR VERMELHA

Apostolado da Oração, Oficinas de Oração, Secretariado Diocesano das Obras Pontifícias, Missionárias/os do ANIMAG, Mensagem de Fátima, Secretariado Diocesano da Catequese, Movimento do Imaculado Coração de Maria, Renovamento Carismático, Seminário e Vocações, Secretariado Diocesano de Liturgia, Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais.
COORDENAÇÃO – SECRETARIADO DA ACÇÃO MISSIONÁRIA, EQUIPA MISSIONÁRIA DO ANIMAG

3. OS JOVENS E A FAMÍLIA – COR VERDE

Secretariado da Juventude, Escuteiros, Convívios Fraternos, Salesianos de Poiares, Juventude Vicentina, Jovens sem Fronteiras (Godim), Juventude Franciscana, EMRC (Secretariado Diocesano das Aulas de Moral e Religião).
COORDENAÇÃO – PROF.CARLOS MARTINS (EMRC) E PROF.ALEXANDRE CAETANO (EMRC)

4. FAMÍLIA E SERVIÇO DA CARIDADE – COR AMARELA

Cáritas Diocesana, Cáritas Paroquiais, CONFHIC, Conferências de S. Vicente de Paulo, Secretariado Diocesano da Mobilidade Humana, Fraterna Ajuda Cristã, Legião de Maria, Visitadores de Doentes, Serviço de Voluntariado (Hospitais, Misericórdias, Prisões).

Mensagem de Sua Santidade Papa Francisco para o XLIX Dia Mundial das Comunicações Sociais


Mensagem de Sua Santidade Papa Francisco
para o XLIX Dia Mundial das Comunicações Sociais
Comunicar a família:
ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor
[17 de Maio de 2015]

Comunicar a família:
O tema da família encontra-se no centro duma profunda reflexão eclesial e dum processo sinodal que prevê dois Sínodos, um extraordinário – acabado de celebrar – e outro ordinário, convocado para o próximo mês de Outubro. Neste contexto, considerei oportuno que o tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais tivesse como ponto de referência a família. Aliás, a família é o primeiro lugar onde aprendemos a comunicar. Voltar a este momento originário pode-nos ajudar quer a tornar mais autêntica e humana a comunicação, quer a ver a família dum novo ponto de vista.

Podemos deixar-nos inspirar pelo ícone evangélico da visita de Maria a Isabel (Lc 1, 39-56). «Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Então, erguendo a voz, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre”» (vv. 41-42).

Este episódio mostra-nos, antes de mais nada, a comunicação como um diálogo que tece com a linguagem do corpo. Com efeito, a primeira resposta à saudação de Maria é dada pelo menino, que salta de alegria no ventre de Isabel. Exultar pela alegria do encontro é, em certo sentido, o arquétipo e o símbolo de qualquer outra comunicação, que aprendemos ainda antes de chegar ao mundo. O ventre que nos abriga é a primeira «escola» de comunicação, feita de escuta e contacto corporal, onde começamos a familiarizar-nos com o mundo exterior num ambiente protegido e ao som tranquilizador do pulsar do coração da mãe. Este encontro entre dois seres simultaneamente tão íntimos e ainda tão alheios um ao outro, um encontro cheio de promessas, é a nossa primeira experiência de comunicação. E é uma experiência que nos irmana a todos, pois cada um de nós nasceu de uma mãe.

Mesmo depois de termos chegado ao mundo, em certo sentido permanecemos num «ventre», que é a família. Um ventre feito de pessoas diferentes, interrelacionando-se: a família é «o espaço onde se aprende a conviver na diferença» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 66). Diferenças de géneros e de gerações, que comunicam, antes de mais nada, acolhendo-se mutuamente, porque existe um vínculo entre elas. E quanto mais amplo for o leque destas relações, tanto mais diversas são as idades e mais rico é o nosso ambiente de vida. O vínculo está na base da palavra, e esta, por sua vez, revigora o vínculo. Nós não inventamos as palavras: podemos usá-las, porque as recebemos. É em família que se aprende a falar na «língua materna», ou seja, a língua dos nossos antepassados (cf. 2 Mac 7, 21.27). Em família, apercebemo-nos de que outros nos precederam, nos colocaram em condições de poder existir e, por nossa vez, gerar vida e fazer algo de bom e belo. Podemos dar, porque recebemos; e este circuito virtuoso está no coração da capacidade da família de ser comunicada e de comunicar; e, mais em geral, é o paradigma de toda a comunicação.

A experiência do vínculo que nos «precede» faz com que a família seja também o contexto onde se transmite aquela forma fundamental de comunicação que é a oração. Muitas vezes, ao adormecerem os filhos recém-nascidos, a mãe e o pai entregam-nos a Deus, para que vele por eles; e, quando se tornam um pouco maiores, põem-se a recitar juntamente com eles orações simples, recordando carinhosamente outras pessoas: os avós, outros parentes, os doentes e atribulados, todos aqueles que mais precisam da ajuda de Deus. Assim a maioria de nós aprendeu, em família, a dimensão religiosa da comunicação, que, no cristianismo, é toda impregnada de amor, o amor de Deus que se dá a nós e que nós oferecemos aos outros.

Na família, é sobretudo a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e todavia são tão importantes uma para a outra… é sobretudo esta capacidade que nos faz compreender o que é verdadeiramente a comunicação enquanto descoberta e construção de proximidade. Reduzir as distâncias, saindo mutuamente ao encontro e acolhendo-se, é motivo de gratidão e alegria: da saudação de Maria e do saltar de alegria do menino deriva a bênção de Isabel, seguindo-se lhe o belíssimo cântico do Magnificat, no qual Maria louva o amoroso desígnio que Deus tem sobre Ela e o seu povo. De um «sim» pronunciado com fé, derivam consequências que se estendem muito para além de nós mesmos e se expandem no mundo. «Visitar» supõe abrir as portas, não encerrar-se no próprio apartamento, sair, ir ter com o outro. A própria família é viva, se respira abrindo-se para além de si mesma; e as famílias que assim procedem, podem comunicar a sua mensagem de vida e comunhão, podem dar conforto e esperança às famílias mais feridas, e fazer crescer a própria Igreja, que é uma família de famílias.

Mais do que em qualquer outro lugar, é na família que, vivendo juntos no dia-a-dia, se experimentam as limitações próprias e alheias, os pequenos e grandes problemas da coexistência e do pôr-se de acordo. Não existe a família perfeita, mas não é preciso ter medo da imperfeição, da fragilidade, nem mesmo dos conflitos; preciso é aprender a enfrentá-los de forma construtiva. Por isso, a família onde as pessoas, apesar das próprias limitações e pecados, se amam, torna-se uma escola de perdão. O perdão é uma dinâmica de comunicação: uma comunicação que definha e se quebra, mas, por meio do arrependimento expresso e acolhido, é possível reatá-la e fazê-la crescer. Uma criança que aprende, em família, a ouvir os outros, a falar de modo respeitoso, expressando o seu ponto de vista sem negar o dos outros, será um construtor de diálogo e reconciliação na sociedade.

Muito têm para nos ensinar, a propósito de limitações e comunicação, as famílias com filhos marcados por uma ou mais deficiências. A deficiência motora, sensorial ou intelectual sempre constitui uma tentação a fechar-se; mas pode tornar-se, graças ao amor dos pais, dos irmãos e doutras pessoas amigas, um estímulo para se abrir, compartilhar, comunicar de modo inclusivo; e pode ajudar a escola, a paróquia, as associações a tornarem-se mais acolhedoras para com todos, a não excluírem ninguém.

Além disso, num mundo onde frequentemente se amaldiçoa, insulta, semeia discórdia, polui com as murmurações o nosso ambiente humano, a família pode ser uma escola de comunicação feita de bênção. E isto, mesmo nos lugares onde parecem prevalecer como inevitáveis o ódio e a violência, quando as famílias estão separadas entre si por muros de pedras ou pelos muros mais impenetráveis do preconceito e do ressentimento, quando parece haver boas razões para dizer «agora basta»; na realidade, abençoar em vez de amaldiçoar, visitar em vez de repelir, acolher em vez de combater é a única forma de quebrar a espiral do mal, para testemunhar que o bem é sempre possível, para educar os filhos na fraternidade.

Os meios mais modernos de hoje, irrenunciáveis sobretudo para os mais jovens, tanto podem dificultar como ajudar a comunicação em família e entre as famílias. Podem-na dificultar, se se tornam uma forma de se subtrair à escuta, de se isolar apesar da presença física, de saturar todo o momento de silêncio e de espera, ignorando que «o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras ricas de conteúdo» (Bento XVI, Mensagem do XLVI Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24/1/2012); e podem-na favorecer, se ajudam a narrar e compartilhar, a permanecer em contacto com os de longe, a agradecer e pedir perdão, a tornar possível sem cessar o encontro. Descobrindo diariamente este centro vital que é o encontro, este «início vivo», saberemos orientar o nosso relacionamento com as tecnologias, em vez de nos deixarmos arrastar por elas. Também neste campo, os primeiros educadores são os pais. Mas não devem ser deixados sozinhos; a comunidade cristã é chamada a colocar-se ao seu lado, para que saibam ensinar os filhos a viver, no ambiente da comunicação, segundo os critérios da dignidade da pessoa humana e do bem comum.

Assim o desafio que hoje se nos apresenta, é aprender de novo a narrar, não nos limitando a produzir e consumir informação, embora esta seja a direcção para a qual nos impelem os potentes e preciosos meios da comunicação contemporânea. A informação é importante, mas não é suficiente, porque muitas vezes simplifica, contrapõe as diferenças e as visões diversas, solicitando a tomar partido por uma ou pela outra, em vez de fornecer um olhar de conjunto.

No fim de contas, a própria família não é um objecto acerca do qual se comunicam opiniões nem um terreno onde se combatem batalhas ideológicas, mas um ambiente onde se aprende a comunicar na proximidade e um sujeito que comunica, uma «comunidade comunicadora». Uma comunidade que sabe acompanhar, festejar e frutificar. Neste sentido, é possível recuperar um olhar capaz de reconhecer que a família continua a ser um grande recurso, e não apenas um problema ou uma instituição em crise. Às vezes os meios de comunicação social tendem a apresentar a família como se fosse um modelo abstracto que se há-de aceitar ou rejeitar, defender ou atacar, em vez duma realidade concreta que se há-de viver; ou como se fosse uma ideologia de alguém contra outro, em vez de ser o lugar onde todos aprendemos o que significa comunicar no amor recebido e dado. Ao contrário, narrar significa compreender que as nossas vidas estão entrelaçadas numa trama unitária, que as vozes são múltiplas e cada uma é insubstituível.

A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos. Não lutemos para defender o passado, mas trabalhemos com paciência e confiança, em todos os ambientes onde diariamente nos encontramos, para construir o futuro.

Vaticano, 23 de Janeiro – Vigília da Festa de São Francisco de Sales – de 2015.
Francisco PP.
© Copyright - Libreria Editrice Vaticana

Semana da Vida 2015: Vida com dignidade – opção pelos mais fracos


A Igreja Católica vai promover, de 10 a 17 de maio, a Semana da Vida 2015. Sob o tema “Vida com dignidade – opção pelos mais fracos”, a iniciativa pretende “suscitar o reconhecimento do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos e condições, com uma atenção muito especial à gravidade do aborto e da eutanásia, sem descurar outros momentos e aspetos da vida.”

A Semana da Vida realiza-se desde 1994 e vem na sequência do apelo lançado, em 1991, pelo Papa João Paulo II, na Encíclica “O Evangelho da Vida”, sobre o valor e a inviolabilidade da vida humana. A assumir a organização da iniciativa em Portugal, está a Comissão Episcopal do Laicado e Família e o Departamento Nacional da Pastoral Familiar (DNPF).

Este ano, recordando a Exortação Apostólica do Papa Francisco “A Alegria do Evangelho”, a organização reafirma que a “defesa da vida nascente está intimamente ligado à defesa de qualquer direito humano”, nem é “opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana”.

O guião da iniciativa, disponível na página leigos.pt , propõe dias dedicados aos “nascituros, crianças, doentes, pobres e idosos”. “Pelo meio, no Dia Internacional da Família, 15 de maio, destacamos a família. É nela que a Semana da Vida poderá ter a sua melhor celebração. Daí que os gestos, reflexões e orações sugeridos para cada dia, se dirijam às famílias e às pessoas como seus membros”, lê-se no comunicado.
Fonte

Maio, mês de Maria e de todas as mães


Maio é o mês de Maria, Mãe de Jesus e de todas as mães
Maio é o mês de Maria, Mãe de Jesus e de todas as mães.

O Papa Francisco tem insistido na necessidade de se valorizar o papel das mães na Igreja e na sociedade, porque «uma sociedade sem mães seria desumana».

O Santo Padre sustenta que é importante «escutar» e «ajudar mais» as mulheres na sua vida quotidiana, para que «não sejam tentadas a desistir do papel de mãe».

«É preciso compreender mais a luta quotidiana para serem eficientes no trabalho e atentas e afectuosas na família, seria preciso perceber melhor as suas aspirações para exprimir os melhores e autênticos frutos da sua emancipação», apela o Papa, enaltecendo o «sacrifício, o testemunho da ternura, de compromisso e de força moral» das mulheres-mães.

Este mês ou em qualquer outro dia do ano, não te esqueças de homenagear a tua mãe. Agradece-lhe e retribuiu-lhe o amor que te tem dedicado. E contribui para que a sociedade, a família e a Igreja reconheçam o papel singular de todas as mães.
P. António Valério, sj.
Secretário Nacional do Apostolado da Oração.


Com o Papa Francisco ao encontro dos mais pobres

Este mês, o Papa Francisco convida-te a rezar por duas intenções muito actuais: rejeitar a cultura da indiferença, cuidando dos doentes e dos pobres, e pedir a intercessão de Maria para sermos capazes, como cristãos, de anunciar Jesus na nossa sociedade.

Estas intenções de oração do Papa coincidem num ponto: quem anuncia Jesus não pode viver a cultura da indiferença sem atraiçoar o Evangelho. E, por isso, se estás disposto a anunciar Jesus junto daqueles que te rodeiam, precisas de estar disponível para servir os doentes e os pobres, aqueles que a cultura da indiferença mais facilmente descarta.

Durante este mês, podes sempre usar o Click To Pray para te unires ao Papa Francisco em oração, rezando com ele cada dia por estas intenções e deixando que esta oração vá mudando o teu modo de viver a relação com os outros e o anúncio do Evangelho.


Praticar as obras de misericórdia

Reflectir e redescobrir as obras de misericórdia, corporais e espirituais. Esta é uma das propostas do Papa Francisco na Bula Misericordiae Vultus, que proclama o Jubileu da Misericórdia, a celebrar entre 8 de Dezembro deste ano e 20 de Novembro de 2016.

Quantas vezes, durante este Ano, vais dar de comer aos que têm fome e de beber aos que têm sede, vestir os nus, acolher os peregrinos, visitar os doentes e os presos e enterrar os mortos? E quantas vezes vais aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, corrigir os que erram, consolar os tristes, perdoar as injúrias, suportar com paciência as fraquezas do próximo e rezar a Deus por vivos e defuntos?

Que os apelos do Papa ecoem na tua vida. Que o Amor de Deus te inspire a dar passos de misericórdia concretos, na família, no local de estudo ou trabalho, na comunidade paroquial que integras, na relação com os teus amigos e conhecidos.

Fonte

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