Elementos do Grupo de Acólitos de Constantim renovaram o seu compromisso














No passado dia 29 de Novembro, I Domingo do Advento e primeiro Domingo do novo Ano Litúrgico (ano C), durante a celebração da Eucaristia Dominical, os elementos do Grupo de Acólitos de Constantim renovaram o seu compromisso de “continuar a servir a comunidade paroquial de Constantim, colaborando nas diversas celebrações litúrgicas, sobretudo na celebração da santa Missa e no culto do Santíssimo Sacramento da Eucaristia”.

Também os novos elementos deste Grupo foram investidos pelo nosso pároco, Pe. Ricardo Pinto, no serviço do acolitado, depois de terem formalizando o seu compromisso de “servir Jesus Cristo e a comunidade paroquial de Constantim, colaborando nas diversas celebrações litúrgicas”, assim como de “dar bom testemunho de Jesus Cristo, na família, na escola e em toda a parte, sendo amigos de toda a gente e apóstolos dos outros jovens.”

O Grupo de Acólitos de Constantim foi constituído em Novembro de 2011, inicialmente com 3 acólitos do sexo feminino. Neste momento já conta com 10 acólitos do sexo feminino e 3 acólitos do sexo masculino. No dia 1 de Maio do corrente ano, os elementos deste grupo – ao tempo eram 5 - participaram na 19ª Peregrinação Nacional de Acólitos, em Fátima.

Os cinco defeitos de Jesus


 
Primeiro defeito: Jesus não tem boa memória
Na cruz, durante a Sua agonia, Jesus ouviu a voz do ladrão que estava crucificado à Sua direita: «Jesus, lembra-te de mim quando tiveres entrado no teu reino» (Lc 23, 42). Se tivesse sido eu, tinha-lhe respondido: «Não te esquecerei, mas os teus crimes têm que ser expiados, pelo menos, durante 20 anos no purgatório». No entanto, Jesus respondeu-lhe: «Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso» (Lc 23, 43). Jesus esqueceu todos os pecados daquele homem.



Bortolomé Esteban Murillo
O regresso do filho pródigo (1667-1670)
A parábola do filho pródigo conta-nos que este, de volta à casa paterna, prepara no seu coração aquilo que dirá ao pai: «Meu pai, pequei contra o céu e contra ti. Já não sou digno de ser chamado teu filho». (Lc 15, 21) Mas o pai, quando o vê chegar ao longe, já tinha esquecido tudo; corre ao seu encontro, abraça-o e não lhe dá, sequer, tempo para dizer o que tinha preparado, e diz aos seus servos, que ficam confusos: «Trazei-me depressa a melhor veste e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e calçado nos pés. Trazei também um novilho gordo e matai-o; comamos e façamos uma festa. Este meu filho estava morto e reviveu; tinha-se perdido e foi achado». (Lc 15, 21-24)

Jesus não tem uma memória como a minha; não só perdoa, e perdoa a todos, mas também esquece que tinha perdoado.

Segundo defeito: Jesus não sabe Matemática

O Bom Pastor regozijando-se com seus amigos
Gravura de Jan Luyken na Bíblia de Bowyer
Se Jesus tivesse feito um exame a Matemática, talvez O tivessem chumbado. E prova-o a parábola da ovelha perdida. (Lc 15, 1-7)

Um pastor tinha cem ovelhas. Uma delas perde-se, e ele, imediatamente, vai procurá-la, deixando as outras noventa e nove no deserto. Quando a encontra, coloca a pobre criatura nos seus ombros. Para Jesus, um é equivalente a noventa e nove, talvez até a mais! Quem aceitaria isto? Quando se trata de salvar uma ovelha perdida, Jesus não se deixa desanimar pelos riscos que pode correr ou pelos esforços que serão necessários.
Terceiro defeito: Jesus não percebe nada de lógica

Uma mulher tem dez dracmas e perde uma. Então, acende uma lamparina para a procurar. Quando a encontra, chama as suas vizinhas e diz-lhes: «Alegrai-vos comigo, porque encontrei a dracma que tinha perdido» (Lc 15, 9). É realmente ilógico incomodar as suas amigas por causa de apenas uma dracma. E ainda mais fazer uma festa para celebrar o facto de a ter encontrado. Para além de que, ao convidar as suas amigas para uma festa, ela vai gastar mais do que vale a moeda que achou. Nem todas as dez moedas que tinha em casa seriam suficientes para cobrir os gastos com a celebração…
Jesus, como conclusão daquela parábola, mostra-nos a estranha lógica do seu coração: «Eu vos digo que do mesmo modo haverá mais alegria no céu por um só pecador que se arrependa, do que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento». (Lc 15, 7)

Quarto defeito: Jesus é um aventureiro

O responsável pela publicidade e marketing de uma empresa, ou quem se apresenta como candidato às eleições, prepara um programa detalhado com muitas promessas. No entanto, com Jesus, não aconteceu nada de semelhante. A sua propaganda, se avaliarmos com olhos humanos, está condenada ao fracasso. Ele promete a quem o segue processos em tribunal e perseguições. Aos seus discípulos, que tinham deixado tudo para O seguir, não lhes garante comida nem alojamento, apenas partilhar o seu próprio modo de vida. A um escriba, que desejava junta-se aos Seus discípulos, Jesus responde: «As raposas têm tocas e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça». (Mt 8, 20)
A passagem evangélica das Bem-aventuranças, verdadeiro «autorretrato» de Jesus, aventureiro do amor do Pai e dos irmãos, é, do princípio ao fim, um verdeiro paradoxo, ainda que estejamos habituados a escutá-Lo:

«Bem-aventurados os pobres em espírito…, bem-aventurados os que choram…, bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça…, bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, pois será grande a vossa recompensa nos céus…». (Mt 5, 3-12)
Mas os discípulos confiavam naquele aventureiro. Há mais de dois mil anos e até ao fim do mundo não se acaba o número daqueles que seguiram Jesus. Basta ver os santos de todos os tempos. Muitos deles formam parte daquela bendita associação de aventureiros. Sem morada, sem telefone, sem fax…!

Quinto defeito: Jesus não percebe nada de finanças nem de economia
Pagamento aos trabalhadores da vinha
Recordemos a parábola dos trabalhadores da vinha: «O Reino dos Céus é semelhante a um pai de família que saiu de manhã cedo para contratar trabalhadores para a sua vinha. Saiu também pelas nove horas, pelo meio-dia, pelas três e pelas cinco horas da tarde… e enviou os trabalhadores contratados à sua vinha. Ao entardecer, começando pelos últimos e acabando nos primeiros, pagou um denário a cada um». (Mt 20, 1-10)

Se Jesus fosse nomeado administrador de um grupo ou director de uma empresa, essas instituições empobreceriam e iriam à bancarrota: como é possível pagar a quem começa a trabalhar às cinco horas da tarde um salário igual a quem trabalha desde a alvorada? Trata-se de um lapso, de um descuido, ou Jesus terá feito mal as contas?
Não! Jesus fê-lo de propósito, porque Ele mesmo explica: «Não tenho o direito de fazer o que eu quero com o que é meu? Ou o teu olho é mau porque eu sou bom?». (Mt 20, 15-16)

E nós temos acreditado no amor.
Porém, perguntemo-nos: porque é que Jesus tem estes defeitos?

- Porque é Amor. O Amor autêntico não raciocina, não mede, não levanta barreiras, não faz cálculos, não lembra ofensas e não põe condições.
(Cardeal Francisco Xavier Nguyen Van Thuan)
Tradução (mais ou menos livre) de José Pinto
Texto original

Reinício da Catequese


Por esta ocasião as paróquias iniciam o novo ano de catequese: inscrições, escolha e formação dos catequistas, organização dos grupos, encontro com os pais… A Catequese é Obra fundamental na Igreja.

Os seus objectivos são sempre os mesmos: dar a conhecer o Deus de Jesus Cristo, ensinar a rezar, levar os destinatários a conformarem a sua vida com o Evangelho, despertar na comunidade cristã a consciência de que é responsável pela catequese e que é chamada a testemunhar aos mais novos, nas diferentes situações da vida, a fé em Jesus.

O êxito da Catequese dependerá muito do cuidado dos pais que, no sacramento do baptismo dos filhos, se comprometeram a educá-los na fé, da acção dos catequistas e do apoio constante da comunidade cuja vida cristã é para os mais novos um estímulo forte a nela se integrarem e a imitá-la.

Não é fórmulas a decorar embora se exija um mínimo de conhecimentos. O importante é levar a viver à maneira de Jesus Cristo.

*****

Diz a Sagrada Escritura: «Prega a Palavra, insiste oportuna e inoportunamente, repreende, censura e exorte com bondade e fidelidade à doutrina… Evangeliza-te e consagra-te ao teu ministério». (II Tim. 4, 2 e 5)

*****

Há cristãos que ficam só
Com uns laivos de doutrina:
Tanta ignorância faz dó,
Ante a beleza divina.

Todo o cristão deve crer
Que o Evangelho e força e luz,
Só pelo facto de ser
A palavra de Jesus.

Fonte: Jornal “Avé Maria” – Vila Real, 27.09.2015

A propósito do tema deste post, transcrevemos a carta que todos os catequistas do Grupo da Catequese Paroquial de Constantim enviaram aos pais das crianças/adolescentes do respectivo grupo:


Caros pais do(a)

Iniciámos hoje um novo período dedicado às sessões semanais da Catequese Paroquial, que não são nem devem ser entendidas como “aulas de religião e moral”, mas que pretendem ser, essencialmente, Encontros com Jesus Cristo, pois, como refere o Directório Geral da Catequese, no seu nº80, “A finalidade última da catequese é pôr as pessoas não apenas em contacto, mas em comunhão, em intimidade com Jesus Cristo.”

O catequista, enquanto colaborador do Pároco, não é mais do que o facilitador desse mesmo Encontro semanal. Contudo, os pais, enquanto primeiros educadores na fé, não podem nem devem demitir-se de colaborar activamente na formação/educação religiosa contínua do(s) seu(s) filho(s), em estreita ligação com o Pároco, que, com a colaboração dos catequistas, cumpre o mandato de Jesus Cristo, “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura." (Mc 16, 15).

E se a Catequese deve conduzir todos os fiéis à celebração jubilosa da fé em Jesus Cristo, através da participação activa nas celebrações litúrgicas, e de modo especial na Eucaristia dominical, é também importante que os pais, quer pela palavra, mas principalmente pelo testemunho, levem os seus filhos a frequentar assiduamente os Sacramentos da Eucaristia e da Confissão ou Reconciliação. A Eucaristia é, efectivamente, o Sacramento por excelência que Jesus Cristo deixou à Sua Igreja, pelo que é habitualmente designado por Santíssimo Sacramento da Eucaristia. E ninguém se deve aproximar para comungar o Corpo do Senhor se não estiver reconciliado com Deus e com os irmãos.

Do mesmo modo, importa que as crianças e os adolescentes adquiram também o gosto pela oração individual, pelo menos ao iniciar e ao finalizar cada dia. Essencialmente para agradecer tudo o que Deus coloca diariamente à nossa disposição, e não apenas para “pedir” ajuda para resolver qualquer situação mais problemática.

Ao iniciar este novo ano catequético quero, pois, solicitar a vossa colaboração e empenho, para que os encontros semanais de catequese possam, com a ajuda de Deus, produzir bons frutos no coração do vosso filho.

Assim, são importantes a assiduidade e a pontualidade: habitualmente, cada encontro realiza-se ao ……………………., com início pelas ………h, e duração até cerca das ……..h.

Ao vosso dispor para o que considerarem necessário,

O(A) Catequista

Votar é um direito, mas também um dever!


Dada a proximidade do dia das Eleições Legislativas 2015, e porque consideramos extremamente importante que todos os cristãos estejam motivados para exercerem o seu direito, que é também um dever, inalienável de votar, escolhendo quem, durante a próxima legislatura nos vai representar na Assembleia da República, transcrevemos, com a devida vénia, um artigo publicado na Família Cristã, dia 23.09.2015, com o título “Patriarca pede «consciência» cristã no voto”:

«Com a campanha eleitoral na estrada e o dia das eleições cada vez mais próximo, o Cardeal-Patriarca de Lisboa e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Manuel Clemente, afirma que «nem sempre as pessoas se sentem motivadas» para votar. «Todos temos de ser mobilizados e comprometidos nas causas comuns. Isto é de todos, para todos, e é assim mesmo que funciona uma democracia», referiu o prelado à Família Cristã.

No que diz respeito ao sentido de voto dos cristãos, D. Manuel Clemente refere os «critérios e balizas definidas pelo próprio Papa Francisco» que devem servir para «qualquer cristão» «avaliar os programas dos partidos e «tomar a sua decisão». «Que deem prioridade à vida, que vão desde as possibilidades e apoio à vida em gestação no ventre materno e ao acompanhamento da vida nas suas diversas fases, à necessidade de fazer do trabalho uma causa comum, porque o trabalho não é algo que se possa ter ou não ter, toda a gente, porque está em causa a própria realização da pessoa na sociedade, as questões ecológicas que façam ultrapassar uma mentalidade consumista para uma fruição mais sóbria daquilo que o mundo nos proporciona para chegar a todos. São os critérios de sempre, que agora ganham maior relevo», sustenta.

Questionado sobre se a Igreja deveria fazer uma avaliação crítica desses mesmos programas, que nem sempre são de fácil entendimento para os eleitores, D. Manuel Clemente explica que, «como hierarquia, não nos devemos impor ao voto dos cristãos», mas que não é difícil aos cristãos saberem qual a posição da Igreja. «Quem realmente se interessar e for ler os pronunciamentos papais e da CEP, ou mesmo de cada bispo na sua diocese, e comparar com as propostas que os candidatos dizem e apresentam, pode e deve tirar a sua conclusão. Depois daí, no momento do voto, vale a sua consciência», referiu o prelado.

Questionado sobre se os cristãos que têm cargos políticos aparecem muito ou pouco na esfera pública assumindo-se como cristãos, D. Manuel explicou que prefere mais exemplos que palavras. «Não precisamos que os católicos estejam sempre a dizer que são católicos. O que digo foi o que respondi a um que, no outro dia, me perguntava se se podia afirmar como católico. Disse-lhe "o senhor é batizado, não é? Então mostra que é católico na medida em que pauta a sua atuação pelos princípios do Evangelho". Não lhes peço mais do que isso», diz. Até porque diz, citando o Evangelho, o critério são as obras que a Fé produz. «As suas prioridades foram aquelas que o Evangelho aponta, resolver o melhor possível as necessidades mais concretas que dizem respeito à vida, ao trabalho, dos seus e de ele próprio. Tem isso em conta? Aí é que a gente vê. Até porque funciona aqui a tal frase do Evangelho "mostra-me a tua fé sem obras, que eu pelas obras te mostrarei a minha fé". Este é que é o critério», defende.

Quanto a projetar o futuro do governo que se seguirá, o presidente da CEP aponta aquelas que deveriam ser as prioridades em cima da mesa. «As grandes causas: a dignidade da pessoa humana, ou seja, ver quais são os meios de melhorar e dignificar todos e cada um no concreto da sua vida, com todas as condições que isso requer; o bem comum, acrescentar o mais possível às condições para que cada membro da nossa sociedade disponha do que deve dispor para se realizar dignamente; e depois aquela conjugação dos princípios da subsidiariedade e solidariedade, em que o governo vai em apoio e estímulo daquilo que as famílias e os diversos corpos sociais podem fazer por si, sem se sobrepor, respeitando a individualidade e a criatividade de cada, e a solidariedade que é não perder de vista o bem do conjunto. São os 4 princípios da doutrina social da Igreja, depois é exercitá-los de forma concreta», pediu o Cardeal-Patriarca.»

Dia 4 de Outubro é dia de exercermos o nosso direito a escolher livremente, mas, também, em consciência!

Início da Catequese em Constantim - Vila Real

As actividades da Catequese Paroquial de Constantim – Vila Real vão iniciar-se neste fim-de-semana, 26 e 27 de Outubro.

Para conhecimento dos interessados, divulgamos no nosso blogue os horários e locais para a realização dos Encontros Semanais da Catequese, assim como os(as) Catequistas responsáveis por cada grupo/volume.
 

Dia da Diocese 2015 - Informações gerais


Dia da Diocese 2015 – Valpaços – 31 de Maio
Carta geral

Aos Párocos da Diocese de Vila Real | Aos Institutos Religiosos e Missionários | Aos Movimentos de Apostolado Laical | Aos Secretariados Diocesanos de Evangelização

 
Assunto: Dia da Diocese 2015 – Valpaços – 31 de Maio

Com as minhas cordiais e fraternas saudações.

Venho pedir o favor de divulgarem o Programa do Dia da Diocese 2015, que iremos celebrar na cidade de Valpaços, no próximo dia 3l do corrente mês de Maio, e, partindo do princípio de que o Horário Geral do Dia é do conhecimento de todos – está no cartaz, já enviei por mail e vou reenviar! – gostaria de lembrar o seguinte:

1. Participação nos Grupos de Trabalho Workshops

As Pessoas que forem de manhã, para participarem na Conferência e nos trabalhos de grupos, façam um esforço para estarem lá até às 09.30h! Vai uma folha onde estão descritos os 4 Grupos de Trabalho. Se for possível, peço aos colegas párocos que aconselhem as pessoas a participar em determinado Workshop, aquele que mais se ajustar às funções de cada um nas respectivas Comunidades.

A Conferência será no Centro Cultural. Para os trabalhos de Grupo, as Pessoas serão conduzidas pelos Escuteiros, que levarão à frente uma Bandeira com a respectiva cor atribuída ao Grupo – ver lista dos Workshops!

2. Bandeiras / Estandartes das Paróquias

Peço o favor de não esquecerem as Bandeiras/Estandartes das respectivas Paróquias.

Entre as 15h e as 15h15, devem estar junto da Casa do Vinho, de onde sairá o Cortejo Litúrgico, para a Celebração da Eucaristia de Encerramento, que será no Jardim Público, junto do edifício da Câmara Municipal.

Peço ainda o favor de terem o cuidado de cada Porta-Estandarte vista uma Opa adequada, que ajuda a dignificar a função litúrgica.

3. Padres Responsáveis dos vários sectores

Para facilitar o trabalho de Organização, alguns dos nossos Colegas de Valpaços assumem funções específicas, a saber: LITURGIA – Padre Ivo; CÂNTICOS – Padre Leonel; PROCISSÃO – Padre Jorge Fernandes; ALMOÇO – Padre Alberto da Eira e Padre Leonel.

4. Estacionamento dos autocarros

Os autocarros devem estacionar no Largo em frente ao Hospital. Os Escuteiros conduzirão as Pessoas ao lugar do Encontro – Centro Cultural de Valpaços!

Abraço fraterno e bem hajam pela comunhão!

Padre Manuel Machado

DISTRIBUIÇÃO DOS WORKSHOPS – TRABALHOS DE GRUPOS
(após Conferência)

1. CONSTITUIR FAMÍLIA/PERSEVERAR EM FAMÍLIA – COR AZUL

Secretariado Diocesano da Família, Centro de Preparação do Matrimónio (CPM), Equipas de Casais de Nossa Senhora, Casais de Santa Maria, Neo-Catecumenais, Cursilhos de Cristandade, Acção Católica Rural, Prof. José Carlos Gomes da Costa. COORDENAÇÃO – CPM, CURSILHOS, CASAIS DE NOSSA SENHORA

2. FAMÍLIA EM ORAÇÃO E MISSÃO – COR VERMELHA

Apostolado da Oração, Oficinas de Oração, Secretariado Diocesano das Obras Pontifícias, Missionárias/os do ANIMAG, Mensagem de Fátima, Secretariado Diocesano da Catequese, Movimento do Imaculado Coração de Maria, Renovamento Carismático, Seminário e Vocações, Secretariado Diocesano de Liturgia, Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais.
COORDENAÇÃO – SECRETARIADO DA ACÇÃO MISSIONÁRIA, EQUIPA MISSIONÁRIA DO ANIMAG

3. OS JOVENS E A FAMÍLIA – COR VERDE

Secretariado da Juventude, Escuteiros, Convívios Fraternos, Salesianos de Poiares, Juventude Vicentina, Jovens sem Fronteiras (Godim), Juventude Franciscana, EMRC (Secretariado Diocesano das Aulas de Moral e Religião).
COORDENAÇÃO – PROF.CARLOS MARTINS (EMRC) E PROF.ALEXANDRE CAETANO (EMRC)

4. FAMÍLIA E SERVIÇO DA CARIDADE – COR AMARELA

Cáritas Diocesana, Cáritas Paroquiais, CONFHIC, Conferências de S. Vicente de Paulo, Secretariado Diocesano da Mobilidade Humana, Fraterna Ajuda Cristã, Legião de Maria, Visitadores de Doentes, Serviço de Voluntariado (Hospitais, Misericórdias, Prisões).

Mensagem de Sua Santidade Papa Francisco para o XLIX Dia Mundial das Comunicações Sociais


Mensagem de Sua Santidade Papa Francisco
para o XLIX Dia Mundial das Comunicações Sociais
Comunicar a família:
ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor
[17 de Maio de 2015]

Comunicar a família:
O tema da família encontra-se no centro duma profunda reflexão eclesial e dum processo sinodal que prevê dois Sínodos, um extraordinário – acabado de celebrar – e outro ordinário, convocado para o próximo mês de Outubro. Neste contexto, considerei oportuno que o tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais tivesse como ponto de referência a família. Aliás, a família é o primeiro lugar onde aprendemos a comunicar. Voltar a este momento originário pode-nos ajudar quer a tornar mais autêntica e humana a comunicação, quer a ver a família dum novo ponto de vista.

Podemos deixar-nos inspirar pelo ícone evangélico da visita de Maria a Isabel (Lc 1, 39-56). «Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Então, erguendo a voz, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre”» (vv. 41-42).

Este episódio mostra-nos, antes de mais nada, a comunicação como um diálogo que tece com a linguagem do corpo. Com efeito, a primeira resposta à saudação de Maria é dada pelo menino, que salta de alegria no ventre de Isabel. Exultar pela alegria do encontro é, em certo sentido, o arquétipo e o símbolo de qualquer outra comunicação, que aprendemos ainda antes de chegar ao mundo. O ventre que nos abriga é a primeira «escola» de comunicação, feita de escuta e contacto corporal, onde começamos a familiarizar-nos com o mundo exterior num ambiente protegido e ao som tranquilizador do pulsar do coração da mãe. Este encontro entre dois seres simultaneamente tão íntimos e ainda tão alheios um ao outro, um encontro cheio de promessas, é a nossa primeira experiência de comunicação. E é uma experiência que nos irmana a todos, pois cada um de nós nasceu de uma mãe.

Mesmo depois de termos chegado ao mundo, em certo sentido permanecemos num «ventre», que é a família. Um ventre feito de pessoas diferentes, interrelacionando-se: a família é «o espaço onde se aprende a conviver na diferença» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 66). Diferenças de géneros e de gerações, que comunicam, antes de mais nada, acolhendo-se mutuamente, porque existe um vínculo entre elas. E quanto mais amplo for o leque destas relações, tanto mais diversas são as idades e mais rico é o nosso ambiente de vida. O vínculo está na base da palavra, e esta, por sua vez, revigora o vínculo. Nós não inventamos as palavras: podemos usá-las, porque as recebemos. É em família que se aprende a falar na «língua materna», ou seja, a língua dos nossos antepassados (cf. 2 Mac 7, 21.27). Em família, apercebemo-nos de que outros nos precederam, nos colocaram em condições de poder existir e, por nossa vez, gerar vida e fazer algo de bom e belo. Podemos dar, porque recebemos; e este circuito virtuoso está no coração da capacidade da família de ser comunicada e de comunicar; e, mais em geral, é o paradigma de toda a comunicação.

A experiência do vínculo que nos «precede» faz com que a família seja também o contexto onde se transmite aquela forma fundamental de comunicação que é a oração. Muitas vezes, ao adormecerem os filhos recém-nascidos, a mãe e o pai entregam-nos a Deus, para que vele por eles; e, quando se tornam um pouco maiores, põem-se a recitar juntamente com eles orações simples, recordando carinhosamente outras pessoas: os avós, outros parentes, os doentes e atribulados, todos aqueles que mais precisam da ajuda de Deus. Assim a maioria de nós aprendeu, em família, a dimensão religiosa da comunicação, que, no cristianismo, é toda impregnada de amor, o amor de Deus que se dá a nós e que nós oferecemos aos outros.

Na família, é sobretudo a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e todavia são tão importantes uma para a outra… é sobretudo esta capacidade que nos faz compreender o que é verdadeiramente a comunicação enquanto descoberta e construção de proximidade. Reduzir as distâncias, saindo mutuamente ao encontro e acolhendo-se, é motivo de gratidão e alegria: da saudação de Maria e do saltar de alegria do menino deriva a bênção de Isabel, seguindo-se lhe o belíssimo cântico do Magnificat, no qual Maria louva o amoroso desígnio que Deus tem sobre Ela e o seu povo. De um «sim» pronunciado com fé, derivam consequências que se estendem muito para além de nós mesmos e se expandem no mundo. «Visitar» supõe abrir as portas, não encerrar-se no próprio apartamento, sair, ir ter com o outro. A própria família é viva, se respira abrindo-se para além de si mesma; e as famílias que assim procedem, podem comunicar a sua mensagem de vida e comunhão, podem dar conforto e esperança às famílias mais feridas, e fazer crescer a própria Igreja, que é uma família de famílias.

Mais do que em qualquer outro lugar, é na família que, vivendo juntos no dia-a-dia, se experimentam as limitações próprias e alheias, os pequenos e grandes problemas da coexistência e do pôr-se de acordo. Não existe a família perfeita, mas não é preciso ter medo da imperfeição, da fragilidade, nem mesmo dos conflitos; preciso é aprender a enfrentá-los de forma construtiva. Por isso, a família onde as pessoas, apesar das próprias limitações e pecados, se amam, torna-se uma escola de perdão. O perdão é uma dinâmica de comunicação: uma comunicação que definha e se quebra, mas, por meio do arrependimento expresso e acolhido, é possível reatá-la e fazê-la crescer. Uma criança que aprende, em família, a ouvir os outros, a falar de modo respeitoso, expressando o seu ponto de vista sem negar o dos outros, será um construtor de diálogo e reconciliação na sociedade.

Muito têm para nos ensinar, a propósito de limitações e comunicação, as famílias com filhos marcados por uma ou mais deficiências. A deficiência motora, sensorial ou intelectual sempre constitui uma tentação a fechar-se; mas pode tornar-se, graças ao amor dos pais, dos irmãos e doutras pessoas amigas, um estímulo para se abrir, compartilhar, comunicar de modo inclusivo; e pode ajudar a escola, a paróquia, as associações a tornarem-se mais acolhedoras para com todos, a não excluírem ninguém.

Além disso, num mundo onde frequentemente se amaldiçoa, insulta, semeia discórdia, polui com as murmurações o nosso ambiente humano, a família pode ser uma escola de comunicação feita de bênção. E isto, mesmo nos lugares onde parecem prevalecer como inevitáveis o ódio e a violência, quando as famílias estão separadas entre si por muros de pedras ou pelos muros mais impenetráveis do preconceito e do ressentimento, quando parece haver boas razões para dizer «agora basta»; na realidade, abençoar em vez de amaldiçoar, visitar em vez de repelir, acolher em vez de combater é a única forma de quebrar a espiral do mal, para testemunhar que o bem é sempre possível, para educar os filhos na fraternidade.

Os meios mais modernos de hoje, irrenunciáveis sobretudo para os mais jovens, tanto podem dificultar como ajudar a comunicação em família e entre as famílias. Podem-na dificultar, se se tornam uma forma de se subtrair à escuta, de se isolar apesar da presença física, de saturar todo o momento de silêncio e de espera, ignorando que «o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras ricas de conteúdo» (Bento XVI, Mensagem do XLVI Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24/1/2012); e podem-na favorecer, se ajudam a narrar e compartilhar, a permanecer em contacto com os de longe, a agradecer e pedir perdão, a tornar possível sem cessar o encontro. Descobrindo diariamente este centro vital que é o encontro, este «início vivo», saberemos orientar o nosso relacionamento com as tecnologias, em vez de nos deixarmos arrastar por elas. Também neste campo, os primeiros educadores são os pais. Mas não devem ser deixados sozinhos; a comunidade cristã é chamada a colocar-se ao seu lado, para que saibam ensinar os filhos a viver, no ambiente da comunicação, segundo os critérios da dignidade da pessoa humana e do bem comum.

Assim o desafio que hoje se nos apresenta, é aprender de novo a narrar, não nos limitando a produzir e consumir informação, embora esta seja a direcção para a qual nos impelem os potentes e preciosos meios da comunicação contemporânea. A informação é importante, mas não é suficiente, porque muitas vezes simplifica, contrapõe as diferenças e as visões diversas, solicitando a tomar partido por uma ou pela outra, em vez de fornecer um olhar de conjunto.

No fim de contas, a própria família não é um objecto acerca do qual se comunicam opiniões nem um terreno onde se combatem batalhas ideológicas, mas um ambiente onde se aprende a comunicar na proximidade e um sujeito que comunica, uma «comunidade comunicadora». Uma comunidade que sabe acompanhar, festejar e frutificar. Neste sentido, é possível recuperar um olhar capaz de reconhecer que a família continua a ser um grande recurso, e não apenas um problema ou uma instituição em crise. Às vezes os meios de comunicação social tendem a apresentar a família como se fosse um modelo abstracto que se há-de aceitar ou rejeitar, defender ou atacar, em vez duma realidade concreta que se há-de viver; ou como se fosse uma ideologia de alguém contra outro, em vez de ser o lugar onde todos aprendemos o que significa comunicar no amor recebido e dado. Ao contrário, narrar significa compreender que as nossas vidas estão entrelaçadas numa trama unitária, que as vozes são múltiplas e cada uma é insubstituível.

A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos. Não lutemos para defender o passado, mas trabalhemos com paciência e confiança, em todos os ambientes onde diariamente nos encontramos, para construir o futuro.

Vaticano, 23 de Janeiro – Vigília da Festa de São Francisco de Sales – de 2015.
Francisco PP.
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Semana da Vida 2015: Vida com dignidade – opção pelos mais fracos


A Igreja Católica vai promover, de 10 a 17 de maio, a Semana da Vida 2015. Sob o tema “Vida com dignidade – opção pelos mais fracos”, a iniciativa pretende “suscitar o reconhecimento do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos e condições, com uma atenção muito especial à gravidade do aborto e da eutanásia, sem descurar outros momentos e aspetos da vida.”

A Semana da Vida realiza-se desde 1994 e vem na sequência do apelo lançado, em 1991, pelo Papa João Paulo II, na Encíclica “O Evangelho da Vida”, sobre o valor e a inviolabilidade da vida humana. A assumir a organização da iniciativa em Portugal, está a Comissão Episcopal do Laicado e Família e o Departamento Nacional da Pastoral Familiar (DNPF).

Este ano, recordando a Exortação Apostólica do Papa Francisco “A Alegria do Evangelho”, a organização reafirma que a “defesa da vida nascente está intimamente ligado à defesa de qualquer direito humano”, nem é “opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana”.

O guião da iniciativa, disponível na página leigos.pt , propõe dias dedicados aos “nascituros, crianças, doentes, pobres e idosos”. “Pelo meio, no Dia Internacional da Família, 15 de maio, destacamos a família. É nela que a Semana da Vida poderá ter a sua melhor celebração. Daí que os gestos, reflexões e orações sugeridos para cada dia, se dirijam às famílias e às pessoas como seus membros”, lê-se no comunicado.
Fonte

Maio, mês de Maria e de todas as mães


Maio é o mês de Maria, Mãe de Jesus e de todas as mães
Maio é o mês de Maria, Mãe de Jesus e de todas as mães.

O Papa Francisco tem insistido na necessidade de se valorizar o papel das mães na Igreja e na sociedade, porque «uma sociedade sem mães seria desumana».

O Santo Padre sustenta que é importante «escutar» e «ajudar mais» as mulheres na sua vida quotidiana, para que «não sejam tentadas a desistir do papel de mãe».

«É preciso compreender mais a luta quotidiana para serem eficientes no trabalho e atentas e afectuosas na família, seria preciso perceber melhor as suas aspirações para exprimir os melhores e autênticos frutos da sua emancipação», apela o Papa, enaltecendo o «sacrifício, o testemunho da ternura, de compromisso e de força moral» das mulheres-mães.

Este mês ou em qualquer outro dia do ano, não te esqueças de homenagear a tua mãe. Agradece-lhe e retribuiu-lhe o amor que te tem dedicado. E contribui para que a sociedade, a família e a Igreja reconheçam o papel singular de todas as mães.
P. António Valério, sj.
Secretário Nacional do Apostolado da Oração.


Com o Papa Francisco ao encontro dos mais pobres

Este mês, o Papa Francisco convida-te a rezar por duas intenções muito actuais: rejeitar a cultura da indiferença, cuidando dos doentes e dos pobres, e pedir a intercessão de Maria para sermos capazes, como cristãos, de anunciar Jesus na nossa sociedade.

Estas intenções de oração do Papa coincidem num ponto: quem anuncia Jesus não pode viver a cultura da indiferença sem atraiçoar o Evangelho. E, por isso, se estás disposto a anunciar Jesus junto daqueles que te rodeiam, precisas de estar disponível para servir os doentes e os pobres, aqueles que a cultura da indiferença mais facilmente descarta.

Durante este mês, podes sempre usar o Click To Pray para te unires ao Papa Francisco em oração, rezando com ele cada dia por estas intenções e deixando que esta oração vá mudando o teu modo de viver a relação com os outros e o anúncio do Evangelho.


Praticar as obras de misericórdia

Reflectir e redescobrir as obras de misericórdia, corporais e espirituais. Esta é uma das propostas do Papa Francisco na Bula Misericordiae Vultus, que proclama o Jubileu da Misericórdia, a celebrar entre 8 de Dezembro deste ano e 20 de Novembro de 2016.

Quantas vezes, durante este Ano, vais dar de comer aos que têm fome e de beber aos que têm sede, vestir os nus, acolher os peregrinos, visitar os doentes e os presos e enterrar os mortos? E quantas vezes vais aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, corrigir os que erram, consolar os tristes, perdoar as injúrias, suportar com paciência as fraquezas do próximo e rezar a Deus por vivos e defuntos?

Que os apelos do Papa ecoem na tua vida. Que o Amor de Deus te inspire a dar passos de misericórdia concretos, na família, no local de estudo ou trabalho, na comunidade paroquial que integras, na relação com os teus amigos e conhecidos.

Fonte

Nesta Quaresma não sejas tíbio… compromete-te!


Quinze gestos de caridade de que nos esquecemos com frequência

1.- Parar para ajudar. Estar atento a quem precisa de ti.

Que mais havemos de dizer? Não importa se é um problema de Matemática, uma simples pergunta ou alguém que tem fome. A ajuda nunca é demais. Todos precisamos uns dos outros. Ainda que estejas habituado a ajudar, não te esqueças que também precisas de ser ajudado.

2.- Escutar a história de alguém. Sem julgar. Com amor.

Saber escutar é o que nos torna humanos. Cada história que te contam vai unir-te mais ao outro: filhos, companheira, chefe, professor, preocupações e alegrias. Sabes bem que não são só palavras. São partes da sua vida que precisam de ser partilhadas.

3.- Lembrar aos outros o quanto gostamos deles.

Tu sabes que os amas. E eles? Os gestos, os abraços, as palavras nunca sobram. Se Jesus não se tivesse feito carne, jamais entenderíamos que Deus é Amor.

4.- Alegrar-se com as coisas boas dos outros.

Costumamos não falar sobre o que gostamos nos outros: os seus sucessos, as suas qualidades, as suas atitudes. Frases simples como: “Fico contente por ti” ou “Essa cor fica-te bem” alegram o dia do outro e ajudam-te a ver os outros e a ti mesmo como Deus nos vê.

5.- Seleciona o que não precisas e oferece-o a quem necessitar.

Lembras-te das tuas calças preferidas quando tinhas dezassete anos? Agora podem ser as preferidas de uma adolescente que não tem muito para vestir. Se és irmão mais velho, sabes como é. Por isso é bom que nos saibamos habituar a dar valor ao que temos e, se temos mais do que precisamos, oferecê-lo aquece-nos o coração e leva o frio àquele que recebe.

6.- Ajudar o outro quando este precisa de descansar.

Isto vive-se em família: quando um descansa o outro trabalha. Não há nada melhor do que saber que alguém fez por ti algo que precisavas de fazer. Ou saber simplesmente que podes pedir ajuda, se precisares. Quando nos ajudamos com as tarefas de todos os dias, vivemos melhor.

7.- Sorrir. Um cristão é sempre alegre.

Não nos apercebemos mas quando sorrimos aligeiramos a dor dos que nos rodeiam. Quando vamos na rua, no nosso trabalho, em casa, na universidade. A felicidade do cristão é uma bênção para os outros e para cada um de nós. Quem tem a Cristo na sua vida, nunca poderá estar triste.

8.- Agradecer sempre.

Não te habitues a receber porque achas que precisas ou porque sentes que “tens direito a”. Recebe tudo como um presente. Ninguém te deve nada ainda que tenhas pago por determinado serviço. Agradece sempre. É mais feliz quem sabe ser agradecido.

9.- Limpar o que sujaste.

10.- Cumprimentar os outros com alegria.

Pode ser quem abre a porta, quem limpa, quem atende as chamadas. Vês estas pessoas todos os dias e quando as cumprimentas lembras-lhes quão importante é o que fazem. Tanto o teu trabalho como o de qualquer outra pessoa será feito com mais alegria se lhe fizeres ver que é valioso para os outros, que a sua presença muda as coisas.

11.- Mimar os que estão por perto.

Se sabes o que aquela pessoa gosta, porque não aproveitar isso? Não há nada melhor do que aquilo que é dado com amor. O outro ganha uns minutos de descanso e tu ganhas um sorriso verdadeiro. Sair de si mesmo e pensar nos outros é melhor e traz alegria ao coração.

12.- Corrigir com amor. Não calar por medo.

Corrigir é uma arte. Muitas vezes deparamo-nos com situações com as quais não sabemos lidar. A melhor forma é o amor. O amor não só sabe corrigir como sabe perdoar, aceitar e ajudar a seguir em frente. Não tenhas medo de corrigir e ser corrigido; é uma prova de que os outros apostam em ti e querem que sejas melhor.

13.- Ligar aos teus pais.

Agora já vives sozinho tens a tua própria família. No entanto, os teus pais continuam a ficar emocionados quando se apercebem de que te lembras deles. Estar atento ao que precisam ou simplesmente querer saber como estão é algo que não custa muito e é um gesto de gratidão enorme.

14.- Ajudar os outros a superar as dificuldades.

Se vives com a tua família ou já vives fora de casa, sabes o quanto é importante arrumar e limpar o que usas. Há uma voz dentro de ti que diz que devias ajudar um pouco mais. E, quando o fazes, sentes-te realmente bem.

15.- Animar alguém.

Sabes que aquela pessoa não está bem mas não sabes o que fazer. Decides roubar-lhe um sorriso para que entenda que nem tudo é mau. É sempre bom saber que há alguém que nos ama e que está por perto apesar das dificuldades.
Texto retirado de Imissio.

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