Jornal "Avé Maria" - Nº 2592 (Semanário) - Vila Real - 9 de Janeiro de 2011

Quando tudo começa...

Quando a celebração do Baptismo termina, saímos da igreja, os sinos anunciam festivamente o nascimento de um novo filho de Deus e parece que tudo terminou... mas, de facto, tudo começa.

Deitado no berço, a criancinha a quem os pais deram a vida... depressa despertará, e tudo perceberá, tudo sentirá, antes mesmo de o saber dizer. O ambiente alegre e calmo do lar, a maneira como os pais vivem, falam, actuam junto daquele ser, a oração em família... tudo nele exercerá uma influência decisiva.

Os pais ensinarão a seus filhos os primeiros gestos cristãos, melhor, as crianças aprenderão com eles, imitando-os. A catequese, mais tarde, ajudá-lo-á mas nunca os substituirá. Aos pais competirá sempre procurar desenvolver a vida de Deus semeada nos filhos pelo Baptismo.

O Baptismo nunca é meta mas o princípio na tarefa de ajudar a criança a abrir-se e a tornar-se semelhante a Jesus.

* * *

Diz o Sagrada Escritura:

«Quem não nascer da água e do Espírito Santo não pode entrar no Reino de Deus. Quem nasce da natureza humana, é humano; mas quem nasce do Espírito Santo é espiritual.» (Jo 3, 5-6)

* * *

No baptismo, Deus faz isto:
Dos pecados nos liberta
E na vida humana enxerta
A vida de Jesus Cristo.

Por isso, cristãos, pensai
Na grandeza que isto encerra:
Ainda vivemos na Terra
E já Deus é nosso Pai.

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