Semana da Unidade


Celebra-se de 18 a 25 de Janeiro, dia da conversão de S. Paulo. Destina-se a orar pela união dos que acreditam em Jesus, mas formam três Igrejas diferentes. Os Católicos, Os Ortodoxos (séc. XI) e os Protestantes (séx. XVI). Jesus quer que os seus discípulos formem uma só Igreja e pediu para “que todos sejam um”.

Durante séculos, até ao Concílio Vaticano, aqueles três grupos cristãos que se não se falavam. Hoje, as relações são muito diferentes: estudam-se as diferenças, visitam-se os responsáveis, reza-se…

Bento XVI escolheu este assunto como prioritário no seu pontificado… e tem-se avançado. Nós, católicos, temos de distinguir bem o que é essencial do que é secundário na doutrina e viver de maneira autêntica a nossa fé. Nunca se chegará à união por compromissos mas pelo aprofundamento e vivência da nossa fé.

Neste clima de unidade não se incluem as seitas, embora mereçam o nosso respeito, pois, pelo seu fanatismo, tudo destroem. De resto, algumas nem sequer são cristãs.

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Diz a Sagrada Escritura: «Peço-Te para que todos eles [os discípulos] vivam sempre unidos. Pai, que eles estejam tão unidos, como Tu o estás em Mim e Eu em Ti. Desta maneira, o mundo há-de acreditar que Tu Me enviaste». (Jo. 17, 21)

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Entre velhas divisões
Dizemos que há um só Deus,
Mas mostramos aos ateus
Discordantes religiões!

Cada qual em seu redil
E em tacanho proceder,
Os cristãos parecem crer
Que, em vez de um só Deus, há mil!

In Jornal «Avé Maria» (Semanário), Vila Real, 15.01.2012

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